A REVISTA Nº 7 DO CLUBE TEX PORTUGAL TERÁ DUAS CAPAS DE STEFANO BIGLIA

As duas capas de STEFANO BIGLIA para a revista nº 7 do Clube Tex Portugal

Por José Carlos Francisco

DEZEMBRO marca o regresso da revista do Clube Tex Portugal, um projecto feito por sócios e dirigido a todos os texianos e apreciadores da banda desenhada, focando os mais variados temas em redor de Tex e do western em geral.

Este sétimo número terá 54 páginas (um novo recorde, se tivermos em conta que não trará nenhuma história de Tex e que mostra bem o crescimento contínuo da revista) e apresenta novamente DUAS versões para a sua capa, desta vez do magnífico desenhador Stefano BIGLIA. Em 2015, os leitores portugueses tiveram oportunidade de o conhecer devido à sua presença na 2ª Mostra do Clube Tex Portugal, realizada, como sempre, em Anadia, onde foi uma das estrelas presentes no evento português.

Stefano Biglia respondeu prontamente às nossas solicitações, com informações, sugestões e com o envio de DOIS desenhos. A capa principal trará Tex Willer e Kit Carson cavalgando na neve, uma belíssima e apropriada capa invernal que coincide com o lançamento da revista, mas com duas belas ilustrações optou-se novamente — tal como aconteceu com as revistas nº 2 (que teve duas capas de Fabio Civitelli), nº 3 (que teve duas capas de Luca Vannin), nº 4 (que teve duas capas de Enrique Breccia), nº 5 (com duas capas de Maurizio Dotti) e nº 6 (com duas magníficas capas de Massimo Rotundo) — por fazer a revista com duas capas diferentes, uma clássica com Tex e Kit Carson  cavalgando na neve em nossa direcção, numa magnífica paisagem invernal, e uma alternativa, com grande impacto visual, onde Tex e Dinamite vêm também em direcção ao leitor.

Capa principal da revista nº 7 do Clube Tex Portugal

Neste sétimo número, para além das magníficas capas de Stefano Biglia, destaque ainda para as colaborações EXCLUSIVAS de outros consagrados autores italianos: Leomacs, Alessandro Nespolino, Massimo Rotundo e Moreno Burattini (que nos apresenta o Tex de Guido Nolitta).

No sumário assinalam-se ainda, para além dos textos do director Mário João Marques, com um extenso dossier dedicado ao Tex editorial, em 2017, e também um outro texto dedicado a Galep (que inclui uma homenagem desenhada por António Lança-Guerreiro, testemunhos EXCLUSIVOS de Moreno Burattini, Pasquale Frisenda, Pasquale Del Vecchio, Walter Venturi, Bruno Brindisi, Maurizio Dotti, Lucio Filippucci, Stefano Biglia e Andrea Venturi, culminando com um artigo assinado pelo Gruppo Galep e pela Fernanda Martins), os regressos de José Carlos Francisco (que nos fala dos kalkitos de Tex), de Jesus Nabor (que escreve sobre horror e magia no velho Oeste do Ranger), de Sandro Palmas (que nos apresenta Stefano Biglia, um talento puro) e de Júlio Schneider (que escreve sobre o telefone, o dólar e a cerveja no mundo de Tex).

Teremos também algumas estreias: do consagrado jornalista brasileiro Thiago Gardinali (que assina oito páginas, onde aborda a sua peregrinação pelo universo do fumetto italiano), do Carlos Almeida (que nos escreve sobre Ouro Negro, a aventura que levou Leomacs ao topo do mundo) e do Ricardo Leite (que aborda a galeria Toybroker).

Capa variante da revista nº 7 do Clube Tex Portugal

Nota do Clube Tex Portugal a todos os sócios:

Como habitualmente, os sócios do Clube Tex Portugal (com excepção dos sócios menores) COM AS QUOTAS DO MÊS DE DEZEMBRO PAGAS, terão direito a receber gratuitamente um exemplar da revista. Dado que este 7º número será publicado com duas versões da capa, o exemplar gratuito será o da versão com Tex e Kit Carson a cavalgar na neve.

Adicionalmente, sem qualquer limite, os sócios podem adquirir mais exemplares da revista, quer da versão oficial quer da versão alternativa, sendo o preço unitário de 10 euros.

Deste modo, todos os sócios que desejem adquirir exemplares da revista, devem informar o Clube Tex Portugal, impreterivelmente até ao dia 4 de Dezembro, escrevendo para José Carlos Francisco (josebenfica@hotmail.com), indicando o número de exemplares pretendido para cada versão da capa e procedendo ao respectivo pagamento na conta do Clube Tex Portugal ou através de paypal, enviando o comprovativo desse mesmo pagamento.

  • Pagamentos internacionais por transferência bancária  devem ser feitos com todas as despesas a serem suportadas pelo ordenador, sem qualquer dedução no valor a receber pelo Clube, devendo ser creditada a conta PT50003600009910590434664 em nome do Clube Tex Portugal na Caixa Económica Montepio Geral – código swift: MPIOPTPL;
  • Pagamentos nacionais por transferência bancária devem ser feitos para o IBAN PT50003600009910590434664
  • Pagamentos por Paypal devem ser efectuados através do e-mail cacem.moreira@gmail.com com todas as despesas a serem suportadas pelo ordenador, sem qualquer dedução no valor a receber pelo Clube.

Ilustração exclusiva de ALESSANDRO NESPOLINO para a revista nº 7 do Clube Tex Portugal

A contracapa da revista nº 7 do Clube Tex Portugal terá uma ilustração de LEOMACS, dedicada aos amigos do Clube Tex Portugal

(Post reproduzido, com a devida vénia, do Tex Willer Blog. Clicar duas vezes sobre as imagens para as ampliar).

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TEX NO AMADORA BD 2017

TODAS as edições de Tex com o selo da Polvo Editora

à VENDA no Festival Amadora BD

Por José Carlos Francisco

A 28ª edição do Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora, o Amadora BD 2017, um evento organizado pela autarquia da Amadora, está a decorrer na capital portuguesa da Banda Desenhada, até ao dia 12 deste mês de Novembro. O Festival [cujo cartaz é da autoria de Nuno Saraiva] conta com diversas exposições, lançamentos editoriais e a presença de autores portugueses e estrangeiros de Banda Desenhada e, tal como nos últimos anos, tem decorrido no Fórum Luís de Camões.

Este ano o tema é “A Reportagem“, um dos géneros do jornalismo que, no caso da Banda Desenhada, pode ser concebido e realizado por artistas, com “uma liberdade criativa maior, ainda que tenham de relatar factos, sempre sob o dever de manter a ética e o compromisso com a sociedade“, referiu a organização aquando da inauguração do evento. E mesmo não havendo este ano nenhuma exposição ou lançamento relacionado com Tex Willer, ao contrário do ano passado, também se podem encontrar à venda todas as edições portuguesas de Tex com o selo da Polvo Editora, exemplares esses que estão disponíveis no stand da Polvo, já que a editora de Rui Brito mais uma vez marca presença no maior evento da Banda Desenhada em Portugal.

Edições portuguesas de Tex à venda no stand da Polvo, durante o Festival Amadora BD 2017

O stand da Polvo tem à venda TODAS as edições de Tex publicadas até hoje, inclusive o volume praticamente esgotado “Patagónia”, uma das mais emblemáticas aventuras de Tex, escrita por Mauro Boselli e superiormente ilustrada por Pasquale Frisenda, cujo lançamento teve lugar no dia 9 de Maio de 2015, no auditório do Museu do Vinho Bairrada, na cidade de Anadia, integrado na 2ª Mostra do Clube Tex Portugal, que contou com a participação de Pasquale Frisenda.

Mas também, como referimos, “Tempestade sobre Galveston” (com as duas versões da capa), de Pasquale Ruju e Massimo Rotundo, assim como “O Segredo do Juiz Bean” (igualmente com as duas versões da capa), de Mauro Boselli e Pasquale Frisenda, e ainda “Ouro Negro” (com a capa exclusiva para Portugal), de Gianfranco Manfredi e Leomacs, são títulos que podem ser adquiridos no stand da Polvo por quem for visitar este ano o maior festival de Banda Desenhada realizado em solo português.

Directores e sócios do Clube Tex Portugal com o editor Rui Brito, no stand da Polvo

Trata-se de uma OPORTUNIDADE IMPERDÍVEL DE ADQUIRIR OS QUATRO VOLUMES DA COLECÇÃO TEX ROMANCE GRÁFICO para quem visitar o Festival e ainda não possuir estas verdadeiras obras-primas da 9ª Arte (grossos volumes de 18,5 x 24,5 cm, com mais de 200 páginas, impressas em papel de boa gramagem, com uma nitidez perfeita do preto e branco, capa em cartolina com badanas e prefácios exclusivos para as edições portuguesas), e assim poder degustar quatro movimentadas histórias, cheias de acção e que fazem jus à saga de quase 70 anos de Tex Willer.

Catherine Labey também se juntou aos texianos no stand da Polvo

(Post publicado no Tex Willer Blog, de onde o extraímos, com a devida vénia. Para aproveitar a extensão completa das imagens, clique nas mesmas).

OS ROSTOS DE UM HERÓI – 1

Um jovem Tex Willer na deslumbrante arte de Claudio Villa

(para o evento Lucca Comics & Games 2017)

A juventude de Tex, um longevo herói das histórias de cowboys de origem europeia, é todo um mundo com muitas peripécias ainda por desvendar. Estamos certos de que, cada vez mais, esse mundo será explorado pelos desenhadores e argumentistas da Sergio Bonelli Editore e que os fãs texianos ficarão rendidos à imagem de um Tex juvenil, diferente e próximo, ao mesmo tempo, daquele herói que tão bem conhecem.

O mesmo aconteceu com outras personagens de banda desenhada que, ao vencerem a barreira do tempo, procuraram voltar às origens, a um passado anterior à sua criação, ganhando assim ainda mais identidade mítica, para gáudio dos seus admiradores, sobretudo dos mais jovens (que se revêem na metamorfose física desses heróis) e dos que apoiam novas ideias, novos rumos, sem deturpar os padrões tradicionais.

Além disso, esse retorno de Tex ao passado (mote principal da colecção Romanzi a Fumetti) poderá permitir o seu encontro com figuras históricas que, na série actual, já desapareceram do mundo dos vivos e que, portanto, não podem ser reinventadas. Um autêntico manancial de aventuras e emoções, que dará certamente novo fôlego a um herói já quase com sete décadas de existência… e sempre no top da popularidade!

(Nota: as imagens deste post foram extraídas do Tex Willer Blog).

Romanzi a Fumetti vol. 6, desenhos de Stefano Andreucci (capa incluída), uma nova colecção que segue o modelo franco-belga de álbuns cartonados, com histórias completas

CLAUDIO NIZZI REGRESSA EM FORÇA COMO ARGUMENTISTA DE TEX

Por José Carlos Francisco

Claudio Nizzi viu ser terminada a sua longa e importante cola- boração na saga de Tex Willer nas edições italianas nº 631 e 632 de Tex, respectivamente publicadas em Maio e Junho de 2013, com a aventura “L’oro dei monti San Juan“, desenhada por Lucio Filippucci, que desse modo representava a última peça posta por Claudio Nizzi no mosaico das aventuras de Águia da Noite, depois de mais de 30 anos de carreira bonelliana e culminando precisamente o trigésimo aniversário a escrever aventuras do Ranger — já que essa sua última aventura permitiu, casualmente, a Nizzi cobrir com as suas histórias um arco de precisas 360 edições (de Tex 273 a Tex 632), que equivalem a exactos 30 anos.

A estreia na série principal de Tex acon- teceu em Julho de 1983 e dois anos depois já era o escritor principal, tendo em conta que mais de 50% das páginas publicadas tinham a sua assinatura, e inclusive em 1988, 1990 e 1992 cometeu a façanha de escrever todas as histórias publicadas nesses anos. Tal não acontecia desde 1975, quando pela última vez Gianluigi Bonelli conseguiu assinar todas as edições da série num só ano — e, sobretudo, não voltou mais a acontecer até aos nossos dias.

Mas para grande surpresa do mundo texiano, a carreira de Claudio Nizzi em Tex afinal não tinha terminado há quatro anos, como todos já tinham imaginado, porque recentemente Nizzi aceitou o convite de Mauro Boselli para voltar a escrever novas histórias de Tex.

A primeira história neste seu regresso terá 32 páginas e será publicada no próximo Color Tex, como já tínhamos anunciado AQUI mesmo [no blogue do Tex]. Trata-se da história “Dal tramonto all’alba, desenhada por Roberto Zaghi. Mas, numa recente visita à redacção da Sergio Bonelli Editore, conseguimos apurar que o regresso de Nizzi será em força e em grande estilo, pois Claudio Nizzi já escreveu TRÊS novas histórias do Ranger, todas elas longas e para séries bem consolidadas, mais precisamente duas para a série principal e uma para a série Maxi Tex.

E segundo nos confidenciou Giorgio Giusfredi, vice-editor de Tex, as histórias são muito boas e vão certamente agradar aos fãs e coleccionadores de Tex, já que Nizzi voltou em grande forma, tanto que já escreveu as 714 páginas que comporão estas três histórias, tendo a particularidade de uma delas ainda nem sequer ter sido começada a ser desenhada, visto o desenhador eleito, Giovanni Ticci, estar ainda a concluir a história comemorativa dos 70 anos de Tex e só depois começará a desenhar a aventura escrita por Nizzi, que terá assim uma velha dupla de muitos sucessos no passado: Ticci & Nizzi!

Mas também as outras duas histórias de Claudio Nizzi já estão destinadas a dois dos mais consagrados desenhadores da editora Bonelli: Lucio Filippucci e Giancarlo Alessandrini, conforme se pode ver numa das fotografias que ilustra este texto. Inclusive, podemos desse modo dar a conhecer os títulos provisórios destas três novas histórias de Tex:

Fuga verso il confine – Tex – Claudio Nizzi e Giovanni Ticci: 220 páginas
L’assedio di Mezcali – Tex – Claudio Nizzi e Lucio Filippucci: 220 páginas
– La grande congiura – Maxi Tex – Claudio Nizzi e Giancarlo Alessandrini: 274 páginas

(Texto e imagens extraídos, com a devida vénia, do Tex Willer Blog. Para aproveitar a extensão completa das imagens, clique nas mesmas).

O CÉLEBRE ENCONTRO DE TEX COM BUFFALO BILL

Poster Tex Nuova Ristampa #285

Nesta belíssima “fotografia”, ou melhor, ilustração da autoria de Claudio Villa [actual capista da mais popular série da BD western] vemos em frente ao Wild West Show estacionado na cidade de Nova Orleans, um cumprimento especial entre o famosíssimo Tex Willer e o não menos famoso Buffalo Bill Cody, tendo Kit Carson e Annie Oakley, uma exímia atiradora, como testemunhas desse reencontro entre dois ícones do Velho Oeste.

Desenho inédito no Brasil e inspirado na história “Il ritorno del Maestro”, de Mauro Boselli e Guglielmo Letteri (Tex italiano #435 a #438).

(Imagem e texto extraídos do Tex Willer Blog. Para aproveitar a extensão completa do poster, clique no mesmo).

AS IMAGENS DA BD SERÃO MAIS REALISTAS?

Por Jorge Magalhães

A Banda Desenhada tem destas coisas… Consegue juntar personagens reais com heróis cujas proezas são fruto unicamente da imaginação — neste caso, os nossos bem conhecidos Tex Willer e Kit Carson e duas figuras míticas do lendário Oeste americano, também recriadas pelo cinema e pela BD, Buffalo Bill e Annie Oakley, fielmente retratadas na imagem —, dando um cariz vívido tanto a uns como a outros. O que cria um paradoxo entre ficção e realidade, porque as imagens desenhadas são menos fugazes do que as imagens que brilham e perpassam, rápidas, numa tela de cinema ou num ecrã de TV.

Digamos, por outras palavras, que no nosso imaginário as personagens da BD têm uma dimensão mais real (e, ao mesmo tempo, mais onírica) do que as que figuram em livros, revistas, gravuras ou até filmes. Não só por terem espessura física — a que lhes é conferida pelo traço dos desenhadores —, mas também por terem alma — a que lhes é conferida pelas palavras e pelo pensamento dos guionistas. E também por serem imagens fixas — sem movimento aparente, mas que formam um conjunto e variam de cena para cena, criando uma dinâmica própria —, com as quais o leitor pode estabelecer uma relação mais próxima, pois estão sempre presentes, não se desvanecem como as do cinema, numa sucessão de instantes que nunca se repetem durante a exibição de um filme.

Nos livros podemos imaginar as personagens, o seu aspecto físico, o seu vestuário, as suas maneiras, até os locais onde vivem ou por onde passam, mas não as vemos nem ouvimos as suas palavras, só fixamos o seu pensamento e as suas acções. Estão presentes, mas distantes de nós. Tal como num quadro ou numa fotografia, cujas figuras também são mudas e em que a dinâmica do movimento, mesmo aparente, não existe. Além disso, pertencem ao passado, ao tempo em que foram pintadas ou fotografadas. Somente a BD, arte intemporal, tem o poder de transfigurar as imagens, criando a ilusão de que falam, através dos balões ou filacteras (que são uma extensão da própria voz), e de que estão em movimento, embora permaneçam sempre no mesmo lugar. 

No teatro as personagens ganham outra vida, são reais, de carne e osso, podem até sair do palco para meter conversa connosco. Mas desaparecem quando o espectáculo acaba. Só poderemos voltar a vê-las se regressarmos ao teatro. E com uma certeza: a de que os actores são os mesmos, mas as personagens já se transformaram, já mudaram, mesmo imperceptivelmente, porque nunca há dois momentos de representação iguais. Só no cinema, depois de escolhidos os takes na altura da montagem.

Posto isto, ficam as belas imagens da Banda Desenhada e de Tex Willer, em particular — que são tão imutáveis como as palavras escritas (ou como os fotogramas, quando separados uns dos outros) —, e as suas personagens icónicas, que têm sobre as demais a grande vantagem de viverem num plano dimensional onde o tempo não existe, ao contrário do que se passa nos filmes e até nos livros. Ora vejamos…

Quando estamos a ver um filme, é como se viajássemos no tempo (e as personagens acompanham-nos); quando lemos um livro, é o nosso pensamento que forja a sequência temporal (e as personagens respondem-nos, através da cortina invisível que esconde a sua identidade); quando passeamos o olhar por uma sucessão de imagens de BD é como se estivéssemos parados no tempo… como se fossem elas a guiar-nos por um caminho onde princípio e fim acabam sempre por encontrar-se, num eterno presente.

Cristalizando essa dimensão, a BD (cujos heróis evoluem no tempo, mas raramente envelhecem) torna as suas imagens ainda mais reais. Um hiper-realismo que ultrapassa o de qualquer outra forma de arte!

NOVOS (E ÚTEIS) ITENS TEXIANOS COM O SELO DA SERGIO BONELLI EDITORE

 Por José Carlos Francisco

Nestes novos tempos da Sergio Bonelli Editore capitaneada por Davide Bonelli, a editora italiana com sede em Milão está sempre pronta a enriquecer as colecções dos fãs e coleccionadores de Tex espalhados pelo mundo, lançando novos produtos de tempos em tempos, itens texianos produzidos em Itália mas que são imensamente cobiçados pelos coleccionadores de todo o mundo, até porque a Sergio Bonelli Editore também os vende para todo o planeta através do seu shop on-line, para deleite de todos!

Os próximos lançamentos deste tipo de itens extras terão lugar no Festival Lucca Comics & Games 2017, evento a decorrer de 1 a 5 de Novembro, e lá os fãs de Tex poderão encontrar — entre muitas outras novidades — três novas canecas dedicadas ao seu herói preferido, a partir de três magníficas artes do grande Aurelio Galleppini.

Canecas essas com um diâmetro de 8 cm, uma altura de 9,5 cm e feitas numa cerâmica de elevada qualidade, de modo a serem laváveis à máquina e podendo ser usadas em micro- -ondas, todas elas a um preço de 12,90 €.

Mas há mais novidades que podemos já anunciar: um duplo póster de Tex com arte de Claudio Villa! Terá o tamanho 70 x 100 cm, será a cores e com um preço de 6,00 €. Este duplo póster tem a particularidade de numa das faces formar um mosaico constituído por todas as capas da série regular, que irão compor uma nova imagem do herói mais famoso da BD western, com o selo do mítico Claudio Villa!

(Nota: texto e imagens extraídos, com a devida vénia, do Tex Willer Blog. Para aproveitar a extensão completa das imagens, clique nas mesmas)

CIAO SERGIO! – SEIS ANOS APÓS A SUA MORTE, AS HOMENAGENS A SERGIO BONELLI CONTINUAM

A 26 de Setembro de 2011 deixava-nos Sergio Bonelli. No sexto aniversário do seu falecimento, a Sergio Bonelli Editore quis recordar o carismático editor, contando com a ajuda do extraordinário lápis de Claudio Villa.

Por José Carlos Francisco (Tex Willer Blog)

O dia 26 de Setembro de 2011 é uma data que faz reemergir na memória tantas recordações ligadas a esse dia triste, marcado pelo falecimento de Sergio Bonelli. À distância de seis anos, a Sergio Bonelli Editore quis recordar o seu editor, recorrendo à ajuda da arte extraordinária de um mestre da banda desenhada: Claudio Villa aprestou-se, mesmo que traído por uma compreensível emoção, a realizar em “directo” um esplêndido retrato. Uma homenagem que a grande editora milanesa quis compartilhar com todos os leitores para recordar da melhor forma uma pessoa inesquecível, como se pode assistir no vídeo que apresentamos de seguida.

   [por cortesia do Tex Willer Blog]

Agradecendo a Claudio Villa pela sua disponibilidade e ficando uma vez mais deslumbrados pela sua habilidade, todos os colaboradores e funcionários da editora uniram-se a Claudio Villa na saudação feita numa folha de papel… Ciao, Sergio!

Quem também se quis associar nesta data, homenageando Sergio Bonelli, foi Alessandro Piccinelli, que homenageou também Gallieno Ferri [criador gráfico de Zagor], na fantástica ilustração que damos a conhecer de seguida [com a devida vénia ao Tex Willer Blog].

Alessandro Piccinelli homenageia Sergio Bonelli e Gallieno Ferri, os “pais” de Zagor