“TEMPESTADE SOBRE GALVESTON”, COM UMA NOVA CAPA, EM EDIÇÃO HOLANDESA

Por José Carlos Francisco

“Tempestade sobre Galveston” foi uma aventura publicada na colecção italiana dos Tex Gigante, cuja arte coube ao consagrado desenhador Massimo Rotundo, sendo o texto da autoria de Pasquale Ruju.

“Tempestade sobre Galveston” – versão italiana

Uma aventura onde o coronel Woodlord administra ainda a sua plantação de algodão como nos tempos idos da escravatura. Na pista de um bando de ladrões de bancos, Tex e Carson acabam por se ver enredados numa elaborada intriga para encontrar um tesouro, herança de um famoso jogador de cartas e pistoleiro. Quem herda? Eleanor Hood, a fascinante proprietária do “Lucky Smile”, o “saloon” de Galveston, que aprendeu a crescer e fazer-se respeitar num mundo de homens. Decorrendo num período temporal de poucos dias, esta é uma história plena de peripécias, com reviravoltas sucessivas, num enredo onde os personagens servem para realçar as características clássicas de Tex: a invencibilidade, a intolerância contra os agressores e a capacidade de distinguir o certo do errado num só olhar. Enquanto decorre a acção, ao longe forma-se a tempestade do século que, com estrondo, se irá abater sobre a cidade!

“Tempestade sobre Galveston” – versão portuguesa

A história foi publicada em 2016 no nosso país, através da Polvo Editora, tendo Massimo Rotundo feito, na altura, uma capa exclusiva para Portugal, como podemos recordar vendo essa maravilhosa capa aqui mesmo, neste post. Pois bem, chegou a vez da Holanda publicar este Tex Gigante e o desenhador romano brinda também os coleccionadores holandeses com uma capa exclusiva, como se pode ver através da ilustração original da autoria de Rotundo.

“Tempestade sobre Galveston” – versão holandesa

Esta história (“Tempestade sobre Galveston“) foi, entretanto, publicada noutros países, como por exemplo no Brasil, através da Mythos Editora, mas somente Portugal e Holanda têm o privilégio de ter uma capa exclusiva para cada um dos países, algo que já é quase uma tradição em Portugal, onde a Polvo nos tem brindado com várias capas exclusivas.

“Tempestade sobre Galveston” – versão brasileira

(Texto e imagens reproduzidos do Tex Willer Blog. Para aproveitar a extensão completa  das imagens supra, clique nas mesmas).

Nota do Era Uma Vez o Oeste:  Embora qualquer destas capas tenha o selo de excelência de um ilustre autor da BD italiana, não há dúvida de que a mais original é a que Massimo Rotundo realizou para a edição portuguesa da Polvo. Uma capa que se destaca, entre outros motivos, pelo cunho quase surrealista da composição, associando as cartas de jogar, com figuras que são personagens da história (e a volatilidade do jogo… e do destino, se quisermos ir mais longe), às nuvens negras (e à ameaça) da tempestade.

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MASSIMO ROTUNDO GALARDOADO COM O PRÉMIO “ROMICS D’ORO”, NA SUA XXIII EDIÇÃO

Banda desenhada, cinema, pintura, animação: os mil rostos de um artista ecléctico. De Brendon a Tex, passando pela banda desenhada erótica.

Maximo Rotundo, um artista multifacetado

Desenhador, ilustrador, criador gráfico de personagens dos mais variados géneros, figurinista, artista, pintor, professor. A carreira de Massimo Rotundo atingiu todos os ofícios da arte de desenhar. A XXIII edição do evento de Romics (5 a 8 de Abril de 2018) premeia o percurso do talentoso artista romano, atribuindo-lhe o prestigiado prémio Romics d’Oro, consagrado em cada ano ao melhor desenhador de Itália.

Massimo Rotundo na cerimónia de inauguração da memorável 3ª Mostra do Clube Tex Portugal (Anadia, 2016)

Nascido em Roma, em 1955, Massimo Rotundo é um dos fundadores e docentes da Scuola Romana dei Fumetti e trabalha também para o cinema e o teatro, onde já colaborou com nomes como Martin Scorcese ou Paul Verhoeven. Na banda desenhada conta com uma vasta e larga experiência, fruto de uma carreira eclética iniciada no já longínquo ano de 1978. Para além de muitos outros trabalhos, merece destaque a sua participação em revistas como L’Eternauta, Comic Art, Orient Express, Heavy Metal e L’Ècho des Savanes, assim como trabalhos realizados para as editoras francesas Delcourt, Glénat e Albin Michel.

Na Sergio Bonelli Editore dedicou-se à BD de feição mais popular, desenhando para as séries Brendon (incluindo as respectivas capas a partir do nº 45), Volto Nascosto e Shanghai Devil, sendo também o autor de todas as capas destas duas mini-séries escritas por Gianfranco Manfredi. Já foi distinguido por várias vezes, com destaque para o prémio Yellow Kid de 1990, como melhor desenhador italiano, e o Gran Guinigi em Lucca.

Massimo Rotundo: uma grande “estrela” texiana em Anadia (2016)

E ainda hoje cultiva uma paixão pela criação pictórica, assinando sob o nome de Max Grecoriaz. Artista de grande exuberância criativa, Rotundo vai alternando a sua actividade pelos vários campos da arte, uma exigência pessoal que não lhe permite especializar-se em determinado sector. Necessitando de estímulos constantes, a oportunidade de abordar uma série como Tex constituiu, assim, um dos maiores desafios da sua carreira, permitindo-lhe enfrentar, com pleno êxito, um género ainda pouco afeito ao seu estilo, o western. E novos projectos e desafios estão já no horizonte… em particular no que respeita a Tex Willer e à Sergio Bonelli Editore, onde encontrou uma nova casa!

Massimo Rotundo e a arte texiana de um autor galardoado com o Yellow Kid (1990)

 (Post adaptado, com a devida vénia, do Tex Willer Blog. Para aproveitar a extensão completa das imagens supra, clique nas mesmas).

COMENTÁRIO À REVISTA DO CLUBE TEX PORTUGAL

Ilustração de Massimo Rotundo

Texto: Jorge Magalhães – Foto: Catherine Labey

Há poucas semanas recebi a visita do Mário João Marques, um dos mais dinâmicos elementos do Clube Tex Portugal e director da revista destinada em exclusivo aos seus sócios, que se publica semestralmente desde finais de 2014. O Mário Marques, num gesto de extrema gentileza, veio de propósito a Cascais para me entregar a revista, acedendo ao meu pedido de não a enviar pelo correio, pois chegaria certamente em mau estado às minhas mãos, como já aconteceu da última vez.

Tive, então, a oportunidade, sempre grata para um fã do Clube Tex Portugal, de trocar algumas impressões com o Mário sobre Tex e outros assuntos relacionados com o Clube e os nossos gostos comuns, e de expressar a minha primeira opinião sobre a revista, depois de a folhear com o natural entusiasmo de leitor e colaborador desde a primeira hora (se bem que neste número tenha feito “gazeta”).

Claro que o que mais me agradou à primeira vista foi a magnífica capa de Massimo Rotundo escolhida para a edição corrente, sem dúvida uma das melhores, senão a melhor, desta primeira série de seis números. A edição extra tem também uma capa de superior qualidade do mesmo artista italiano, mas a primeira é verdadeiramente apelativa, um trabalho que decerto ficou (e ficará) na retina de muitos leitores.

Ilustração de Massimo Rotundo (capa extra)

Prometi ao Mário Marques durante a nossa conversa, infelizmente breve — pois ele tinha outras revistas para entregar —, que lhe daria dentro de pouco tempo uma opinião mais formal sobre este número, com um total de 56 páginas e que inclui no seu sumário (como cereja em cima do bolo) uma história a cores desenhada pelo mestre Giovanni Ticci!

Há dias o Mário escreveu-me para me lembrar a promessa, perguntando-me se já acabara de ler a revista. Respondi-lhe que tinha começado logo pela história de Tex, com 12 páginas escritas pelo Claudio Nizzi (que infelizmente já se retirou da série), e que podia sintetizar a minha opinião numa frase: “Este número é um autêntico luxo gráfico!”. Pelo papel, pela impressão, pelo número de páginas e sobretudo pela qualidade das ilustrações, com destaque naturalmente para a história curta com o dinâmico traço de Ticci, intitulada “Morte no Deserto”, e para a deslumbrante capa do Massimo Rotundo, que como pintura de temática “western” (e texiana) é do melhor que tenho visto.

Página de Giovanni Ticci

Quanto aos textos, deixei para o fim o do Moreno Burattini, pois a personagem de que ele trata, o diabólico Mefisto, não figura entre as minhas favoritas. Nunca gostei de histórias que misturam o “western” com o fantástico, como era tanto do agrado de Gianluigi Bonelli e que muitos leitores, bem sei, também adoram. Mas eu não… Para mim, “western” é “western” e terror é terror, dois géneros que não parecem feitos um para o outro. Claro que isso não me impediu de apreciar o artigo do Burattini, porque ele é um dos maiores especialistas em temas texianos e as suas abordagens são sempre esclarecedoras.

Li também com muito agrado (para dizer a verdade, ainda com mais prazer!) o artigo do Mário Marques dedicado ao ilustre mestre Giovanni Ticci, pois o Mário é outro “barra” nestas matérias e tem uma capacidade de análise que se refina de artigo para artigo. Dos restantes textos deste número destaco também o de Sandro Palmas sobre Massimo Rotundo, que é realmente um grande senhor da Banda Desenhada e se adaptou muito bem ao universo texiano no seu primeiro “western” para a Bonelli, “Tempestade sobre Galveston” (já publicado em Portugal pela Polvo Editora), superando garbosamente as dificuldades da tarefa e a comparação com o trabalho de outros mestres.

Ilustração de Massimo Rotundo

Ainda quanto aos textos — por autores habituais na revista, além dos já citados, como Jesus Nabor Ferreira, João Miguel Lameiras, Jorge Machado-Dias, José Carlos Francisco, e o estreante Tino Adamo —, todos versam temas interessantes e estão bem ilustrados. É pena que, para quebrar a harmonia e a homogeneidade do conjunto, apareçam no artigo do director Mário Marques imagens muito pequenas, reduzidas a uma coluna, ainda por cima tratando-se de páginas de BD. A duas colunas ainda vá que não vá, pois podem distinguir-se os pormenores do desenho e até as legendas, mas a uma coluna fica tudo demasiado pequeno, muito esbatido e pouco visível.

Também na pág. 34, última do mesmo artigo, há imagens muito sumidas, se bem que um pouco maiores, parecendo mal digitalizadas. É a única crítica (entre aspas) que tenho a fazer a este número, pois o resto — incluindo, com todo o mérito, a bela ilustração de Lança Guerreiro, cada vez mais sintonizado com as personagens e os padrões estéticos do mundo texiano — merece nota altamente positiva.

Ilustração de Lança Guerreiro

Mais um excelente número (um luxo gráfico, como já afirmei!), com duas magníficas capas de Rotundo, uma soberba contracapa de outro mestre, Fabio Civitelli, e versos das capas também de dois ilustradores transalpinos: Alessandro Poli e Stefano Biglia. Um número, em suma, que tem todos os ingredientes para cativar os leitores e deixar orgulhosos os seus coordenadores e colaboradores (não só portugueses e italianos como brasileiros). Perante isto, não posso regatear elogios a quem, na revista e no Clube Tex, consegue fazer ainda mais e melhor a cada nova etapa, mostrando que são verdadeiros “ases”, motivados por essa enorme força que é a paixão por Tex e pela Banda Desenhada!

Ilustração de Fabio Civitelli

Muitíssimos parabéns, em especial ao Mário Marques e ao José Carlos Francisco, principais animadores deste magnífico projecto — consagrado oficialmente pela designação do seu berço, a cidade de Anadia, como capital portuguesa do Tex! —, e que continuem a somar êxitos ano após ano, para prestígio do Clube e satisfação de todos os seus sócios e leitores da revista, que já são muitos, espalhados por vários países!

REVISTA DO CLUBE TEX PORTUGAL: UMA DESLUMBRANTE SUCESSÃO DE CAPAS

Nesta magnífica galeria, estão patentes todas as capas da Revista do Clube Tex Portugal (nºs 1 a 5), da autoria de quatro ilustradores italianos e um sul-americano, todos já com provas dadas nas suas prolíficas carreiras e também no que a Tex, o maior herói da BD western, diz respeito: Andrea Venturi (nº 1, ao centro), Fabio Civitelli (nº 2, em baixo, à esquerda), Luca Vannini (nº 3, ao alto, à esquerda), Enrique Breccia (nº 4, ao alto, à direita) e Maurizio Dotti (nº 5, em baixo, à direita).
A partir do seu segundo número, a Revista do Clube Tex Portugal passou a ter duas capas diferentes (do mesmo autor), iniciando assim um percurso coroado de êxito, como manifestamente prova a adesão cada vez maior dos texianos portugueses, italianos, brasileiros e de outros países, a um projecto que parece imparável. Pois já está quase a chegar às mãos dos leitores a revista nº 6, cujas capas foram ilustradas por outro magnífico artista italiano: Massimo Rotundo.
Perante tamanha qualidade e diversidade, ocorre-nos perguntar, com justificada expectativa: quando chegará a vez de um desenhador lusitano ter a mesma honra? Parece-nos que, entre nós, também há por onde escolher…

(Para aproveitar a extensão completa da imagem, com as capas da revista do Clube Tex Portugal, clique na mesma).

AS CAPAS E O SUMÁRIO DE MAIS UM EXCELENTE NÚMERO DA REVISTA DO CLUBE TEX PORTUGAL

Por José Carlos Francisco

 Este mês de Julho marcará o regresso da revista do Clube Tex Portugal, um projecto feito por sócios e dirigido a todos os texianos e apreciadores da banda desenhada, focando os mais variados temas em redor de Tex e do western em geral.

As duas capas da revista nº 6 do Clube Tex Portugal, com a arte espectacular de MASSIMO ROTUNDO

Este sexto número terá 56 páginas (um novo recorde que mostra bem o crescimento da revista) e apresenta novamente DUAS versões para a sua capa, desta vez do magnífico Massimo Rotundo, desenhador, pintor, ilustrador, um dos maiores autores italianos de sempre. Recentemente, os leitores de língua portuguesa tiveram oportunidade de o descobrir através das páginas da excelente e luxuosa edição de Tempestade sobre Galveston, editada pela Polvo, o trigésimo Speciale de Tex, com texto de Pasquale Ruju, originalmente publicado em Itália em Junho de 2015.

Massimo Rotundo respondeu prontamente às nossas solicitações, com informações, sugestões e com o envio de DOIS desenhos. A escolha foi difícil perante tamanha qualidade e, por isso, optou-se novamente (tal como aconteceu com as revistas nº 2, que teve duas capas de Fabio Civitelli; nº 3, que teve duas capas de Luca Vannini; nº 4, que teve duas capas de Enrique Breccia; e nº 5, com duas capas de Maurizio Dotti) por fazer a revista com duas capas diferentes, uma clássica com Tex e Kit Carson  cavalgando em nossa direcção, numa magnífica paisagem outonal, e outra alternativa, com grande impacto visual, onde Tex e Dinamite saúdam os leitores da revista, ambas coloridas, com técnicas diversas, pelo próprio Massimo Rotundo.

Capa da revista nº 6 do Clube Tex Portugal

Outro grande destaque deste sexto número prende-se com a publicação (a cores) da história (de 12 páginas) “Morte no deserto”, escrita por Claudio Nizzi e desenhada (magistralmente) por Giovanni Ticci, porque a revista do Clube Tex Portugal tem a honra de publicar pela primeira vez a CORES, em língua portuguesa, esta história oficial de Tex, que está incluída na GRANDE HOMENAGEM que fazemos às BODAS DE OURO de Giovanni Ticci, como desenhador de Tex, e que totaliza 20 páginas deste número. Destaque ainda para as colaborações EXCLUSIVAS dos consagrados autores Fabio Civitelli, Alessandro Poli, Stefano Biglia, Moreno Burattini e Tino Adamo.

Capa variante da revista nº 6 do Clube Tex Portugal

Neste sexto número regressam, para além dos textos do director Mário João Marques (com um extenso dossier dedicado a Giovanni Ticci e que inclui uma magnífica homenagem desenhada por António Lança-Guerreiro), de José Carlos Francisco (que nos fala de Tex e seus pards esculpidos em areia), do Jesus Nabor (escrevendo sobre o facto de Tex não poder parar), do Sandro Palmas (que nos apresenta Massimo Rotundo), do João Miguel Lameiras (que nos relata uma deslumbrante visita à Casa dos Sonhos, em Milão), do Moreno Burattini (que nos conta toda a trajectória de Mefisto, o maior inimigo de Tex) e do Jorge Machado-Dias (que nos brinda com a 3ª parte de “O Texas e os Rangers“).

Teremos também a estreia de um autor/redactor da Sergio Bonelli Editore, Tino Adamo, que nos fala dos bastidores da Editora Bonelli e das edições de Tex, num fantástico e imperdível texto intitulado “A Aventura Continua“. Para finalizar este número, teremos ainda uma reportagem fotográfica sobre a Mostra do Clube Tex Portugal.

A contracapa da revista nº 6 do Clube Tex Portugal terá uma ilustração de FABIO CIVITELLI, dedicada aos amigos do Clube Tex Portugal

Nota do Clube Tex Portugal a todos os sócios:

Como habitualmente, os sócios do Clube Tex Portugal (com excepção dos sócios menores), COM AS QUOTAS DO MÊS DE JUNHO PAGAS, terão direito a receber gratuitamente um exemplar da revista. Dado que este 6º número será publicado com duas versões da capa, o exemplar gratuito será o da versão com desenho de Tex e Kit Carson a cavalgar.

Adicionalmente, sem qualquer limite, os sócios podem adquirir mais exemplares da revista, quer da versão oficial quer da versão alternativa, sendo o preço unitário de 10 euros.

Deste modo, todos os sócios que desejem adquirir exemplares da revista, devem informar desde já (e impreterivelmente até ao dia 19 deste mês) o Clube Tex Portugal, através de José Carlos Francisco (josebenfica@hotmail.com), indicando o número de exemplares pretendido para cada versão da capa e procedendo ao respectivo pagamento na conta do Clube Tex Portugal ou através de paypal, enviando o comprovativo desse mesmo pagamento.

  • Pagamentos internacionais por transferência bancária devem ser feitos com todas as despesas a serem suportadas pelo ordenador, sem qualquer dedução no valor a receber pelo Clube, devendo ser creditada a conta PT50003600009910590434664, em nome do Clube Tex Portugal na Caixa Económica Montepio Geral – código swift: MPIOPTPL;
  • Pagamentos nacionais por transferência bancária  devem ser feitos para o IBAN PT50003600009910590434664
  • Pagamentos por Paypal devem ser efectuados para o e-mail cacem.moreira@gmail.com com todas as despesas a serem suportadas pelo ordenador, sem qualquer dedução no valor a receber pelo Clube.

Ilustração exclusiva de ALESSANDRO POLI para a revista nº 6 do Clube Tex Portugal

(Texto e imagens reproduzidos, com a devida vénia, do Tex Willer Blog. Para aproveitar a extensão completa  das imagens, clique nas mesmas).

PÁGINAS INÉDITAS DAS PRÓXIMAS AVENTURAS DE TEX WILLER, O MAIOR HERÓI DA BD “WESTERN”

O blogue do Tex deu, mais uma vez, conhecimento aos seus leitores de algumas páginas inéditas desenhadas por alguns dos grandes nomes do staff de Tex, de Giulio De Vita a Maurizio Dotti, passando por Ernesto Garcia Seijas, Massimo Rotundo, Michele Benevento, Laura Zuccheri, Majo Rossi e Fabio Civitelli. Aqui as reproduzimos, com a devida vénia ao Tex Willer Blog e ao seu dinâmico coordenador José Carlos Francisco, um dos maiores coleccionadores e divulgadores deste herói a nível mundial.

COMENTÁRIO:

Da mestria de Ernesto Seijas à de Maurizio Dotti e Fabio Civitelli, passando pelo excelente trabalho de Michele Benevento e Laura Zuccheri, sem esquecer as páginas ainda a lápis de Majo Rossi e Massimo Rotundo, há nesta galeria a confirmação absoluta de que a Itália e a SBE (Sergio Bonelli Editore)  continuam a ser um alfobre de grandes desenhadores e de que aqueles que asseguram, hoje, o futuro de Tex estão entre os melhores do mundo!

Notável também, sem dúvida, é a página a cores de Giulio De Vita, que desperta de imediato o interesse pela concepção estrutural das cenas, em vinhetas panorâmicas, dando à acção um dinamismo e uma objectividade peculiares. Imaginem esta mesma página publicada no habitual formato texiano, de mais reduzidas dimensões, estruturado em três tiras com o máximo de seis vinhetas. Neste caso, a liberdade gráfica é sempre limitada e os autores têm de mostrar todos os seus recursos (como inúmeras vezes acontece) para superarem essa restrição, em termos estéticos, formais e narrativos. 

Parece-nos que foi uma boa ideia a criação dos álbuns a cores de Tex, imitando os padrões franco-belgas. Os três títulos já publicados são um exemplo da liberdade gráfica que dá outra amplitude e outro “fôlego” criativo às aventuras de um herói como Tex, embora condi- cionadas pelo menor número de páginas — o que não impediria, em nosso entender, que, nalguns casos, elas pudessem estender-se por dois volumes, pelo menos. Seja como for, esta colecção (iniciada pelo mestre Eleuterio Serpieri) irá certamente reservar-nos outras belas surpresas e poderá tornar-se um marco da BD de autor, ombreando com obras- -primas do western como Blueberry e Buddy Longway, por exemplo.

Quanto ao Color Tex Histórias Breves, cremos que a intenção inicial foi transformá-lo numa espécie de “banco de ensaio” para novos desenhadores… o que até poderia ter-se revelado uma boa ideia se a selecção dos trabalhos publicados fosse mais rigorosa. Francamente, parece-nos que alguns desses desenhadores (e não vamos citar nomes, mas os defeitos saltam à vista!) ainda estão no estádio de principiantes, a quem falta “escola” e até jeito para um género tão exigente como o western. Mesmo em episódios curtos, Tex merece melhor! A quantidade nunca é desejável, quando põe em causa a qualidade… sobretudo numa série de tão longas e prestigiosas tradições como a de Tex Willer!

CINCO REVISTAS DE TEX À VENDA EM JULHO

Tex-521Relação das revistas da Mythos Editora distribuídas em Portugal pela VASP – Distribuidora de Publicações Lda, durante o mês de Julho de 2016

TEX 521
Mestiço
Texto: Pasquale Ruju – Desenhos: Alfonso Font

História originalmente publicada em Tex italiano #621

Tex e Carson eliminam o bando de Edward Santos, um traficante de armas que faz negócios com os Apaches. Santos, que se salvou por acaso, é socorrido por Makua, um jovem mestiço expulso da sua tribo, conhecido pela alcunha de Pequeno Rifle por causa do revólver que o seu pai mexicano lhe deixou. Em troca da ajuda, Santos ensina-o a usar o revólver com velocidade e precisão. Enquanto isso, depois de prolongados incidentes, Tex e Carson aniquilam a horda de bandidos do mescalero Domingo. Fugindo mais uma vez, o feroz bandido encontra o jovem Makua e intenta matá-lo, mas Tex chega a tempo de salvar o garoto. Agora Pequeno Rifle deve a vida ao Ranger.    P: 3,60€

Tex-Coleção-314TEX COLEÇÃO 314
A Flecha Partida

Texto: G. Nolitta – Desenhos: Erio Nicolò

História originalmente publicada em Tex italiano #261

Uma pequena expedição guiada por Tex parte de Forte Washakie, no Wyoming, rumo às Blue Hills, que cerca de um ano antes foram palco de uma trágica batalha entre os Sioux e um destacamento do Exército, que tinha a tarefa de transportar os pagamentos para as guarnições do norte. O objectivo da missão é recuperar o corpo do capitão Larrimer, vítima fatal do combate. Após obter dos índios autorização para penetrar naquele território, considerado sagrado, o grupo prepara-se para a sua triste missão, mas muitas surpresas aguardam Tex.    P: 3,40€

Tex-Coleção-315TEX COLEÇÃO 315
As Colinas do Pavor

Texto: G. Nolitta – Desenhos: Erio Nicolò

História originalmente publicada em Tex italiano #262

O resgate do corpo do capitão Larrimer, vítima fatal do combate entre os índios Sioux e o exército, ocorrido um ano antes, torna-se, subitamente, uma questão de vida ou de morte para Tex, Steve e Donald Larrimer. Isso porque eles desco- brem que o sargento Rampling, único sobrevivente da batalha, e seus outros companheiros de expedição, têm um objectivo bem diferente do previsto. Na verdade, o que eles desejam é recuperar o dinheiro que os soldados transportavam, na época, e que Rampling conseguiu esconder.    P: 3,40€

Tex-Gigante-30TEX GIGANTE 30
Tempestade em Galveston

Texto: Pasquale Ruju – Desenhos: Massimo Rotundo

História originalmente publicada em Speciale Tex #30

O coronel Woodlord dirige de forma brutal as suas plantações, como nos tempos da escravidão, matando e torturando negros. No rasto de uma quadrilha de assaltantes, Tex e Carson acabam envolvidos numa intriga para encontrar um tesouro: a herança de um famigerado pistoleiro e jogador de cartas, cuja herdeira é a bela Eleanor Hood, dona do principal “saloon” de Galveston. Uma caçada impiedosa levará os dois parceiros a acertar as contas com o feroz coronel, enquanto sobre Galveston se abate a maior tempestade do século!    P: 11,00€

Tex-em-cores-29TEX EM CORES 29
O Vale dos Dinossauros
Texto: G. L. Bonelli – Desenhos: Aurelio Galleppini

Para muitos leitores esta é a mais espectacular e emocionante de todas as aventuras de Tex. Ao terem conhecimento de que vários jovens Navajos desapareceram após serem convocados por uma bruxa chamada Mah-shai, Tex, Jack Tigre e Kit Willer vão à procura da misteriosa mulher e descobrem que ela ordenava aos jovens que descessem a um profundo vale para colherem “as flores da magia que crescem nas terras do abismo, as terras que não têm regresso!”. Descendo ao vale, os três justiceiros apercebem-se de que estão aprisionados num mundo selvagem e perdido no tempo, cheio de dinossauros e de outras criaturas monstruosas.    P: 18,00€