AS MÁSCARAS DE CARNAVAL DE TEX, CARSON E KIT

Texto de José Carlos Francisco

Das mais sóbrias às mais exuberantes, as máscaras de Carnaval são um elemento de diversão para os foliões de todas as idades, capaz de complementar qualquer fantasia de Carnaval.

O termo máscara, no entanto, é de origem italiana, e este, por sua vez, deriva do árabe e do latim medieval, onde designava uma criação fantástica, associada com um universo cómico e onírico. Antes de virar símbolo do Carnaval, as máscaras foram usadas de diferentes formas por várias culturas, estando presentes desde como elemento decorativo até um símbolo religioso, entre outras aplicações.

Durante muito tempo, ela foi associada com o universo do teatro e  passou a ser um elemento indissociável da representação teatral. No entanto, foi aqui na Europa que as máscaras adquiriram a conotação que lhes damos hoje, como um elemento festivo, que se usa principalmente no Carnaval.

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Como o passar do tempo, o seu uso foi-se popularizando cada vez mais, chegando a ser omnipresente em vários Carnavais ao redor do mundo. Esse costume teve o seu auge com os bailes de máscaras, que representam todo o glamour da festa de Carnaval. Com a aplicação da tecnologia, assim como com a influência da moda, hoje as máscaras de Carnaval são mais luxuosas do que nunca, sendo feitas de vários materiais e decoradas com cores, brilhos e texturas para não deixar ninguém imune à magia do Carnaval.

Sem dúvida que as máscaras de Carnaval continuam a ser o artigo preferido do povo. Os tempos passam e as máscaras evoluem consoante as tendências, sendo muito populares hoje em dia as máscaras inspiradas em personagens do cinema, televisão e política; mas para os fãs e coleccionadores de Tex a mais desejada é sem dúvida alguma a máscara oficial (porque devidamente autorizada pela editora italiana) de Tex Willer, o granítico Ranger de G. L. Bonelli e Aurelio Galleppini, ou em alternativa a máscara do seu parceiro de aventuras mil, Kit Carson, ou até mesmo a do seu filho Kit Willer, qualquer uma delas valiosa e rara, já que foram produzidas em 1978 e hoje somente são negociadas por valores entre os 50 e os 100 euros por cada uma delas!

Texto e imagens reproduzidos, com a devida vénia, do Tex Willer Blog – http://texwillerblog.com/wordpress/?wref=bif

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AS PRIMEIRAS CAPAS DE “TEX CLASSIC”

NOVA COLECÇÃO DE TEX (A CORES)

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Conforme já foi anunciado no blogue do Tex, no próximo dia 3 de Março, inicia-se, em Itália, uma nova colecção de Tex! Colecção essa com algumas particularidades sui generis, como o facto de ser a cores, ter uma periodicidade quinzenal, 64 páginas e custar 2.90€, com o selo da SBE, reeditando todas as aventuras de Tex desde as primeiras stiscias até às mais recentes edições no formato “bonelliano” (16 X 21 cm).

Damos hoje a conhecer aos nossos leitores, por cortesia do blogue do Tex, as duas primeiras capas desta colecção (ambas da autoria de Aurelio Gallepppini), com os episódios “O Totem Misterioso” e “A Mão Fantasma”.

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Trata-se de mais uma oportunidade para novos (e porque não, velhos) leitores de Tex (re)lerem a saga do Ranger e dos seus pards, na exacta sequência em que foram realizadas de 1948 até hoje, agora a cores, mostrando uma vez mais o enorme sucesso deste grande fenómeno da banda desenhada italiana! A seguir, podem ver duas páginas repletas de acção, extraídas do primeiro e mítico episódio.

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(Nota: Post reproduzido, com a devida vénia, do Tex Willer Blog. Para aproveitar a extensão completa das imagens, clique nas mesmas).

NOVA SÉRIE DO “FANDWESTERN” DEDICADA A VÍTOR PÉON – VOLUMES 2, 3 e 4

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Por cortesia de José Pires, nosso amigo de longa data, companheiro de muitas jornadas desde os tempos heróicos em que lançámos o Fandaventuras e o Fandwestern (dois fanzines que ainda estão em publicação, graças ao incansável labor deste apaixonado pela BD clássica, que os edita mensalmente, com infalível pontualidade), apresentamos mais um número do Fandwestern, distribuído em Fevereiro, com a reedição da primeira história desenhada por Vítor Péon para a mítica revista O Mosquito, na sua estreia, em 1943, como autor de banda desenhada.

Neste número, figura também uma história curta de Péon, com o título “Traidor em Fuga” (e argumento de Orlando Marques), realizada em 1946 para O Pluto, revista em que Péon foi o principal colaborador artístico, ilustrando-a de uma ponta à outra, num alarde de talento, versatilidade e energia criativa.

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Denver Bill, o herói de “Falsa Acusação”, acusado de tentativa de homicídio, vê-se em apuros para provar a sua inocência, tendo de enfrentar bandidos, xerifes, “peles- -vermelhas”, incêndios, avalanches, ataques de animais selvagens e muitos outros perigos e obstáculos, mas conta com a preciosa ajuda do seu cavalo Flyer, do capitão Brent, um velho companheiro de armas, e da gentil Jane Spring, filha do xerife que o persegue porque o considera um assassino.

A acção trepidante é descrita à maneira inglesa, sem balões, em legendas didascálicas, isto é, texto alinhado debaixo das vinhetas (em geral seis ou sete por página n’O Mosquito, que apresentou os primeiros episódios a cores).

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Em Janeiro, como já anunciámos, o Fandwestern reeditou duas outras histórias de Vítor Péon: “O  Juramento de Dick Storm“, publicada também n’O Mosquito, pouco tempo depois de Falsa Acusação”, e Três Balas”, cuja acção trepidante, baseada numa novela de Orlando Marques, se desenrola igualmente no cenário mítico do Oeste americano.

“O Juramento de Dick Storm” é outro western de boa cepa como “Falsa Acusação”, recheado de movimento e de lances dramáticos, com um herói obcecado pelo desejo de vingança, em luta com o bando que, por causa do mapa de um tesouro, tirou a vida ao seu pai. Em companhia da jovem e destemida Ruth Sinclair, Dick Storm irá encontrar esse tesouro (e o amor e a felicidade), depois de ter cumprido o seu juramento.

Mais uma vez, Péon deu largas ao prazer de desenhar cavalos, realçando o papel dos equídeos nesta aventura, mormente da montada de Dick (o “malhado), que intervém sempre a tempo de salvar a vida do dono.

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Oriunda d’O Pluto, revista editada por Roussado Pinto, em 1945-46, e que durou apenas 25 números, Três Balas” ficou incompleta, mas surgiu em nova versão (remontada parcialmente e com 120 estampas coloridas) numa das primeiras colecções de cromos do género, editada pela fábrica de rebuçados “A Oriental”.

Curiosamente, nesta movimentada aventura, cujo protagonista, chamado Duke Carson, mudou de nome na colecção de cromos — com o título “Fred Bill, o Terror do Texas” —, o mote é semelhante ao de “O Juramento de Dick Storm”: o juiz Carson, atacado pelo bando de Juanilo, o mexicano, entrega ao filho, antes de morrer, uma pistola com três balas, como instrumento da sua vingança.

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Embora tivesse ficado incompleta, como referimos, “Três Balas” é um perfeito paradigma dos serials cinematográficos dos anos 1930/40, que faziam furor entre a rapaziada, com uma acção que flui continuamente, à boa maneira de Péon, sem intrigas complicadas, centrada na dinâmica do movimento e na arte cinética dos cavalos.

A propósito, em Fred Bill, o Terror do Texas” o herói encontra um novo destino na companhia de Walzir, uma jovem índia de espírito abnegado, e de Corisco, o seu fogoso corcel, que transpõe rios e desfiladeiros e salta precipícios com uma agilidade espantosa, conseguindo escapar incólume, como o dono, às mais perigosas quedas.

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Estes fanzines encontram-se à venda na Loja de José Manuel Vilela, Calçada do Duque, 19-A, 1200-155, Lisboa, mas podem também ser encomendados ao editor, por quem não mora na capital, bastando escrever para o e-mail gussy.pires@sapo.pt

A título de curiosidade, informamos que um dos próximos projectos de José Pires é a reedição das aventuras de “Texas Moore”, um dos mais empolgantes westerns criados por Vítor Péon e que teve publicação no Diabrete em 1947-48.

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“OS TÚNICAS AZUIS” NA GUERRA DA SECESSÃO – VOLUME 15 (E ÚLTIMO): “A RECRUTA DOS AZUIS”

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Uma excelente colecção, numa nova parceria Público/Asa, com 15 episódios (9 deles inéditos), em volumes cartonados e a preço módico, de uma das mais famosas séries cómicas belgas, aliando o humor à veracidade histórica, que os apreciadores desta escola (e destes autores), assim como os fãs do western, não devem perder.

EM MARÇO: UMA NOVA COLECÇÃO DE TEX (A CORES)

2018, ano em que se comemoram 70 anos de vida editorial de Tex Willer, mítica personagem dos fumetti, criada em 1948 por G.L. Bonelli (texto) e Aurelio Galleppini (arte), irá reservar-nos grandes surpresas, sobretudo por parte da Sergio Bonelli Editore na Itália, da Mythos Editora no Brasil e do Clube Tex Portugal no nosso país; mas se os fãs e coleccionadores do Ranger esperavam que somente em 2018 é que haveria algo de grandioso, damos hoje a conhecer que dentro de duas semanas, no próximo dia 3 de Março, inicia-se, em Itália, uma nova colecção de Tex!

Colecção essa com algumas particularidades sui generis, como seja o facto de ser a cores, ter periodicidade quinzenal, 64 páginas e custar 2.90€, com o selo da SBE, reproduzindo todas as aventuras de Tex desde as primeiras striscias até às mais recentes edições no formato “bonelliano” (16 x 21 cm).

Trata-se de mais uma oportunidade para novos (e porque não, velhos) leitores de Tex (re)lerem a saga do Ranger e dos seus pards, na exacta sequência em que foram realizadas de 1948 até hoje, agora a cores, mostrando uma vez mais o enorme sucesso deste grande fenómeno da banda desenhada italiana!

(Nota: texto previamente publicado no Tex Willer Blog, em 3/2/2017).

“OS TÚNICAS AZUIS” NA GUERRA DA SECESSÃO – VOLUME 14: “MOTINS EM NOVA IORQUE”

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Uma excelente colecção, numa nova parceria Público/Asa, com 15 episódios (9 deles inéditos), em volumes cartonados e a preço módico, de uma das mais famosas séries humorísticas belgas, aliando o humor à veracidade histórica, que os apreciadores desta escola (e dos seus autores) não devem perder.

REVISTAS DE TEX À VENDA EM FEVEREIRO

Relação das revistas da Mythos Editora distribuídas em Portugal pela VASP – Distribuidora de Publicações Lda, durante o mês de FEVEREIRO de 2017:

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Entre o céu e o inferno
Texto: Pasquale Ruju Desenhos: José Ortiz

História originalmente publicada em Tex italiano 626

Na missão de Santa Esperanza, Tex reconhece sob a batina do padre Cle- mente o ex-bandido Guillermo Blanco, que anos antes fora dado como morto. O homem parece bastante mudado e agora cuida da instrução dos jovens filhos dos camponeses da região. Mas o passado regressa para assombrá-lo e o padre Clemente tem de voltar à antiga vida de crimes para salvar os seus fiéis paroquianos.       P: 3,60€

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Bandoleiros

Texto: G. L. Bonelli – Desenhos: Vincenzo Monti

História originalmente publicada em Tex italiano 271

Três traficantes de whisky sem escrúpulos, que continuam a ser caçados pelos pards depois do seu último golpe, vendem o bando de cavalos roubados e refugiam-se no rancho do bandoleiro Dom Mariano, a quem oferecem uma jovem índia raptada. A fazenda é atacada pelos pards, mas também é assaltada pelos guerreiros Apaches. Na aventura seguinte, durante uma tempestade nos Montes Sangre de Cristo, os quatro pards salvam a vida de dois pastores de um pueblo isolado e dispersam uma matilha de lobos. No caminho, encontram um esquadrão de soldados e os pards tomam a decisão de escoltá-los, não sabendo que enfrentariam mil perigos e armadilhas até os conduzir ao novo posto avançado de Forte Necessidade.       P: 3,60€

tex-colecao-325TEX COLEÇÃO 325
O desertor

Texto: G. L. Bonelli – Desenhos: Vincenzo Monti

História originalmente publicada em Tex italiano 272

O projecto de uma nova espingarda — inicialmente rejeitada pelo Governo — desencadeia a ira da West Kentucky Company, que prospera graças ao fornecimento de armas ao exército. O major Clark Morrow, único sobre- vivente de uma patrulha exterminada, chega a Fort Necessity, escoltado por Tex e por Jack Tigre. E ele precisa comunicar ao seu irmão George — o jovem tenente criador da arma — que Washington tinha decidido finalmente aceitar a sua invenção. Mas o oficial não foi encontrado, pois desertara para ir vender a sua patente ao México. Tex e Tigre partem em busca de George e descobrem-no em Pequeno Paraíso, vilarejo que, apesar do nome, é um infernal covil de assassinos!       P: 3,60€

tex-ouro-84TEX OURO 84
A guerra das peles

Texto:  Claudio Nizzi – Desenhos: Fernando Fusco

História originalmente publicada em Tex italiano 508 a 510

Em missão designada pelo General Davis, Tex e os seus pards vão até Montana, próximo da fronteira com o Canadá, para pôr fim a uma guerra entre dois negociantes de peles que ameaça a paz daquela região. Pierre Charbonne, o negociante francês que, entre outras patifarias, fomenta a rebelião entre os índios Pés Negros, manda o seu braço direito, o sórdido Snake Bill, eliminar os quatro justi- ceiros. O pistoleiro pede a ajuda de Rosto Arranhado, chefe dos Pés Negros, e a vida dos nossos heróis está por um fio. Outra arrebatadora aventura de acção e emoção, escrita por Claudio Nizzi, com a deslumbrante arte do saudoso Fernando Fusco.       P: 9,00€

tex-edicao-historica-96TEX EDIÇÃO HISTÓRICA 96
El Muerto
Texto: Guido Nolitta – Desenhos: Aurelio Galleppini

História originalmente publicada em Tex italiano 190 e 191

A obra-prima de Sergio Bonelli (Guido Nolitta), que na opinião de grande parte dos texianos é a melhor história do ranger mais famoso do Oeste. Quarenta anos depois de ter protagonizado este único episódio, o misterioso antagonista do “mocinho” continua bem vivo na memória dos texianos, com o seu rosto desfigurado pelas chamas, com o seu ódio implacável e com o seu enorme desejo de vingança contra aquele que considera a causa da sua desgraça. El Muerto só terá paz quando acabar, num duelo ao pôr do sol, com a carreira de Tex Willer!       P: 6,00€

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O ouro dos confederados
Texto:  Antonio Segura – Desenhos: José Ortiz

História originalmente publicada em Maxi Tex italiano 3

No porão de um navio couraçado, abandonado no coração de um sinis- tro pântano, jaz um tesouro em lingotes de ouro. Para se apossarem dele, dois homens de ideais opostos — um oficial derrotado do exército sulista e um sórdido seguidor da Ku Klux Klan — realizam uma tormentosa viagem, enfrentado tiroteios, emboscadas e acidentes fatais. Na sua trilha, dois implacáveis rangers de nome Tex Willer e Kit Carson, acompanhados por um soldado negro. Uma fenomenal e épica aventura de Tex, produzida pelos grandes mestres espanhóis Antonio Segura e José Ortiz.      P: 8,00€