O INESQUECÍVEL “ZORRO” DE FERNANDO BENTO

zorro-bento capa DIABRETEEmbora não nos conste ter havido, até hoje, uma  edição  portuguesa  em  livro de “O Sinal do Zorro”, a obra mundialmente famosa de Johnston McCulley (adaptada várias vezes ao cinema e à BD), lembramos, a título de curiosidade, que o Diabrete, em 1949, ofereceu aos seus leitores, a partir do nº 597, uma  versão desse romance dividida em quarenta e três capítulos recheados de magníficas ilustrações de Fernando Bento, tão fieis à imagem do mítico personagem que se gravaram indelevelmente na memória de muitos leitores do saudoso “grande camaradão” da juventude portuguesa.

Uma nova adaptação da mesma novela surgiu (bastante a propósito) na revista Zorro, durante o ano de 1964, desta vez com ilustrações a lavis de outro mestre da BD portuguesa: José Garcês, que curiosamente regressou ao western — um tema pouco frequente entre os seus múltiplos trabalhos — com duas histórias aos quadradinhos estreadas nas páginas do Zorro.

O nosso blogue — que já vos apresentou o carismático personagem de Johnston McCulley — tem o prazer de divulgar também algumas das magníficas imagens de Fernando Bento oriundas do Diabrete, com um Zorro que se distingue pela elegância e leveza de movimentos, sublinhadas pelo traço dinâmico do artista, pelo porte romântico e audacioso, pela aura de mistério e de fascínio (e até de temor sobrenatural) que o envolve, quando se veste de negro e usa um largo capuz para encobrir a sua identidade — e pelo cunho verídico (no sentido de fidelidade ao ambiente e aos elementos originais) que o talentoso mestre imprimia a todas as suas criações inspiradas em figuras literárias.zorro-bento-1

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A LENDA DE CUSTER – 5

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Tínhamos prometido ilustrar o tema da mais célebre batalha da história das guerras índias, nos tempos heróicos da conquista do Oeste americano, apresentando alguns exemplos em banda desenhada por autores franceses, ingleses, espanhóis e italianos, que foram, quanto a nós, os que melhor souberam captar a essência dramática desse conflito entre duas raças, embora, tal como fez a 7ª Arte, envolvendo-o com as “roupagens” da ficção, para dar mais destaque aos protagonistas das séries em que o tema de Custer e Little Big Horn foi realisticamente abordado.

Estão neste caso grandes criações da BD europeia como Tex Willer, Magico Vento, Storia del West, Ken Parker, Mac Coy, Garth, Matt Marriott, Riders of the Range… e mesmo Blueberry, de Gir e Charlier (assunto que desenvolveremos num próximo artigo).

custer-corriere-dei-ragazziCuriosamente, os autores americanos de BD, nas séries onde o Oeste selvagem surge como pano de fundo, raramente evocaram a figura do general (com o posto efectivo de tenente-  -coronel) George Armstrong Custer e a sua última batalha — travada em 25/6/1876 —, talvez por se tratar de um tema que o cinema explorou de muitas formas, tanto em produções convencionais como em filmes de culto que foram grandes sucessos de bilheteira.

No episódio que seguidamente reproduzimos, oriundo da revista italiana Corriere dei Ragazzi nº 16 (ano IV), de 20/4/1975, com argumento de Mino Milani e desenhos de Milo Manara, o próprio título da série, La parola alla giuria: Processo a Custer, remete para um plano menos ficcional, assente nas acções e no perfil psicológico de um controverso e ambíguo personagem que, como reza a página de abertura, pertence tanto à história como à lenda — herói destemido para alguns, aventureiro ambicioso e sem escrúpulos para outros.

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george-armstrong-custerTrata-se de uma curiosa série histórica, bem documentada e digna de figurar entre os melhores trabalhos da fase menos proeminente de Milo Manara, bastante anterior às criações que lhe deram fama e proveito, ou seja, as de cariz mais erótico, realizadas a solo ou de parceria com Hugo Pratt, Jodorowsky e outros reputados guionistas.

Alguns episódios desta série do Corriere dei Ragazzi, desconhecida da maioria dos admiradores de Manara, mas já reeditada em Itália num magnífico álbum — em que importantes figuras históricas eram submetidas a julgamento póstumo pelos actos que tinham praticado, num tribunal de cujo júri podiam fazer parte os leitores da revista, sem distinções etárias —, foram apresentados também no Mundo de Aventuras, a partir do nº 213 (2ª série), de 27/10/1977.

custer-a-cavaloCuster (tal como Átila, Nero, Cortez ou Robespierre) não escapou a esse julgamento, durante o qual negou as atrocidades de que era acusado nas suas campanhas contra os índios, justificando a desobediência às ordens superiores com o imperativo desígnio de combater, indiferente ao perigo… ou, por outras palavras, de pacificar uma região selvagem — onde os Sioux e os Cheyennes, numerosos e bem armados, estavam em vantagem —, como se fosse o homem predestinado para essa tarefa. Como terão os jurados reagido às suas palavras? Terão achado que eram cínicas, hipócritas, que só a glória militar lhe interessava, ou que eram próprias de um espírito aguerrido e patriótico, como o de outros oficiais do seu tempo?  

O veredicto final do júri, “culpado ou inocente”, não é do nosso conhecimento — com excepção de um processo como o de Helena de Tróia, que foi julgada duas vezes, em nome do direito de todos os arguidos a recorrer da sentença —, embora não tenhamos dúvidas de que os leitores do Corriere dei Ragazzi, perante a verídica e imparcial reconstituição dos factos, decidiram de acordo com “a sua sensibilidade e a sua humanidade”, depois de analisar as alegações da acusação e da defesa.

Mas o júri mais severo e implacável continua a ser o da História, que já condenou sem apelo nem agravo todas estas célebres personagens.
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MESTRES DO CONTO “WESTERN”: JOHNSTON MC CULLEY – AUTOR DE “O SINAL DO ZORRO” (2)

A NOITE DO ANO NOVO (1ª parte)

Com o título “Antologia de Contos de Acção”, foi publicada n’O Mosquito, a partir do nº 1100, uma excelente rubrica de contos traduzidos e adaptados, na sua maioria, por Raul Correia. O êxito dessa antologia foi tal que se prolongou praticamente até ao final da revista, tendo surgido ainda no nº 1408, a poucas semanas do seu brusco, mas já previsível desaparecimento, no nº 1412, de 24 de Fevereiro de 1953.

McCulley e Guy WilliamsEm homenagem a Raul Correia (tradutor) e aos grandes novelistas do western, passaremos a inserir no nosso blogue uma rubrica semelhante, onde apresentaremos alguns dos autores estrangeiros que desfilaram nessas páginas. Muitos contos d’O Mosquito foram ilustrados, a partir de 1942, pelo melhor artista da “casa” (referimo-nos, claro, a Eduardo Teixeira Coelho), mas na série presente, à base de contos traduzidos do inglês, a sua participação artística foi mais ligeira… como adiante veremos.

Abrimos esta rubrica com um original de Johnston McCulley, novelista americano que se celebrizou por ter criado a figura de um exótico justiceiro mascarado em “O Sinal do Zorro” (The Mark of Zorro), obra que correu mundo e foi várias vezes adaptada ao cinema, à televisão e à BD (ver aquipost anterior). Este conto, com um cabeçalho desenhado por E. T. Coelho, começou no nº 1051 d’O Mosquito, terminando no nº 1054, de 30 de Julho de 1949. Como é demasiado longo para o publicarmos de uma só vez, decidimos seguir o mesmo esquema, dividindo-o também em quatro partes.

Fazemos votos para que todos apreciem o vibrante estilo de narrador de Johnston McCulley, que Raul Correia soube manter e até valorizar na sua tradução.A noite do Ano novo- 1

I

QUANDO alcançou o ponto onde a trilha seguia ao lado dos rails do caminho de ferro, quase tão lisa e fácil como se fosse uma estrada, Patrick Malloy ajeitou-se mais confor­tavelmente na sela e deixou ir o cavalo à vontade, na direcção do poente.

Desde a madrugada que ele vinha a caminho, com pequenas paragens para deixar respirar a mon­tada. Mais de metade da trilha que levava a Copper Citty — que era também conhecida por «O Inferno da Fronteira » — era tão rude que exigia uma forte mão de rédea, além de uns rins sólidos e pouco sensíveis. O último dia do ano, naquela latitude, ao longo da fronteira, era quente e pesado. Malloy limpou o suor da cara com o seu lenço de seda. Enrolou um cigarro e acendeu-o. Semicerrando os olhos, ele podia ver o brilho dos rails sob a luz do poente e as filas de postes que ladeavam a linha. O caminho-de-ferro havia sido construído para servir a região de Copper City, que a descoberta de minas de cobre enriquecera súbita e perigosamente. Tão perigosamente que, em comparação com Copper City, as outras cidades da fronteira e os outros centros mineiros poderiam passar por jardins de infância. A maior parte dos trabalhadores das minas era composta por gente de raças diferentes… que parecia considerar impossível qualquer espécie de acordo ou entendimento pacífico. Muitos eram fugitivos — criminosos que passavam de um para outro lado da fronteira conforme eram mais activamente procurados pela justiça de um lado ou do outro.

Pat Malloy pertencia aos Rangers e o seu inte­resse profissional por Copper Ciry vinha do facto de ali ter sido enviado várias vezes, para impedir distúrbios ou evitar destruições de propriedades. O seu interesse pessoal pelo «Inferno da Fronteira» era consequência da sua primeira visita à estranha ci­dade… desde que encontrara pela primeira vez Lola Wheeler, a filha de Jim Wheeler, que era o chefe da estação do caminho de ferro.

Pat e Lola viam-se uma vez por mês, quando a rotina das patrulhas levava o Ranger para aqueles lados. Mas, às vezes, como no último Natal, as exigências do serviço levavam Pat para longe. Tinha prometido que estaria em Copper City na noite de Ano Novo… e ia a caminho. Jim Wheeler havia declarado abertamente que não consentiria no casamento enquanto Pat pertencesse aos Rangers.

— Não quero que a minha filha fique viúva ao fim de uma semana de casada… ou ainda menos!… — tinha ele dito. E assim Pat decidira demitir-se e estabelecer-se. Ed Catlin, o gerente da Companhia Mineira, tinha um lugar reservado para ele.

Seria uma noite de Ano Novo um tanto espe­cial. Pat não o ignorava. Os saloons estariam abertos toda a noite. Segundo o costume, a meia-noite seria saudada com uma formidável salva de tiros de revólver — Pedro Lopez, o dono do maior saloon, daria o sinal para isso — e muitos homens excitados pela bebida teriam os seus colts nos cin­turões. Pat ia pensando que seria bom que não tivesse de intervir em nada… mas considerava essa hipótese bem pouco provável…

A porta abriu-se no momento em que Pat des­montava e Lola veio a correr de dentro de casa.

— Oh, Pat! Estou tão contente por teres podido vir!

— Tenho pena de não ter cá estado na noite de Natal, querida!

— De qualquer modo… estás cá hoje e eu estou bem contente!

Lola apertou com ternura o braço do noivo.

— Preparei uma ceia catita para esta noite!

Entraram pela porta que dava directamente para a cozinha e, enquanto bebia uma chávena de café quente, Pat notou que Lola parecia preocupada. Jim Wheeler, espreitando pela porta que comuni­cava com o seu pequeno escritório, acenou amigavel­mente para o Ranger.

— Posso guardar o meu cavalo no seu alpendre, Mr. Wheeler?

— Eu vou consigo! — respondeu o pai de Lola. — Minha filha, presta atenção ao telégrafo! A porta fica aberta!

Seguiram ao lado um do outro até ao alpendre, falando disto e daquilo. Bruscamente, Pat voltou-se para o companheiro:

— O que é que o preocupa, Mr. Wheeler?

A face de Jim Wheeler tomou uma expressão de aborrecimento.

— Temos sempre preocupações, amigo! Bart French tem andado por aí!…

— Fez alguma das dele?

— Tem dado à língua… e ele é um inventor de complicações! Foi por isso que Ed Catlin o pôs na rua! Diz-se que se juntou a um bando de contra­bandistas!

— Tenho de ver isso!

— E anda para aí a ameaçar o Catlin! Diz que tem gente para o ajudar, se for preciso!

— Essa gente da fronteira anda por aí? Falo dos brush-poppers

— Desde ontem à noite que começaram a entrar na cidade! Devem vir corridos do outro lado! Talvez seja só para passar a noite de Ano Novo!

— Bem… — disse Malloy — Tenho de dar uma volta pelos saloons, para ver!

— Mas há mais, Pat! Quando Bart começou a resmungar ameaças contra Catlin, houve alguém que lhe disse que você estaria na cidade hoje… E Bart afirmou que isso o alegrava muito, porque tinha contas a ajustar! Você fez com que ele fosse preso, há dois anos!…

— Bom, então é um caso pessoal! Hei-de falar com Bart French!

— Cuidado, Pat! Os mineiros e os brush-poppers não se podem ver! Deve haver sarilho… e podem armar-lhe alguma emboscada!

— Um Ranger tem de estar preparado para tudo, amigo! Obrigado!

(continua)

HUMOR À RÉDEA SOLTA – 1

          DUELO NO FAR WEST… OU COMO O PISTOLEIRO        PREGOU UMA PARTIDA AO SEU RIVAL!parada-da-paródia-1-5622

História sem título e sem assinatura, extraída da famosa revista Parada da Paródia nº 87 (5 de Julho de 1962), com a qual inauguramos uma rubrica que já fazia falta neste blogue, dedicada apenas a páginas humorísticas com histórias de cowboys um tema também inesgotável na banda desenhada western, que evoluiu paralelamente ao género realista, tornando-se o seu reflexo irresistivelmente paródico. Que o digam heróis famosos como Lucky Luke, Chick Bill, Oumpah-pah, Yakari, Redeye, Les Tuniques Bleues e muitos outros…

VÍTOR PÉON E O “WESTERN” (DE DENVER BILL A “TOMAHAWK” TOM) – 4

Prosseguimos hoje a apresentação de um trabalho realizado, há alguns anos, em homenagem a Vítor Péon, o maior criador de westerns da BD portuguesa, trabalho esse que teve o alto patrocínio da Câmara Municipal de Moura e foi editado no âmbito do 17º Salão de BD organizado por esta autarquia, sob a direcção de Carlos Rico.

Reproduzem-se seguidamente as páginas 31-37 desse fanzine, inserido, como lembrou Carlos Rico, na colecção J. M. (um privilégio raro e que muito me honra!).

Nota: Para os que gostam de folhear os livros em papel ainda existe a possibilidade de adquirirem alguns exemplares, bastando para isso contactar a Câmara Municipal de Moura. Também o podem fazer através de Carlos Rico, pelo e-mail:  carlos.rico@cm-moura.pt

Os outros números da colecção são os seguintes:

1 – “Banda Desenhada e Ficção Científica – As Madrugadas do Futuro”
2 – “O Western na BD Portuguesa”
4 – “Franco Caprioli – No Centenário do Desenhador Poeta” (de que também há uma versão em e-book, com muito mais páginas).

Vítor Péon e o Western - p 31

Vítor Péon e o Western - p 32

Vítor Péon e o Western - p 33

Vítor Péon e o Western - p 34

Vítor Péon e o Western - p 35

Vítor Péon e o Western - p 36

Vítor Péon e o Western - p 37

RUBRICA DO OESTE – 5

GENE AUTRY E OS DEZ MANDAMENTOS DO “COWBOY”

Gene Autry comicHoje vamos evocar a memória de um  célebre actor e cantor de baladas do velho Oeste, que participou em dezenas de filmes da série B e foi também herói, graças ao carisma que irradiava nas imagens de celulóide, de inúmeras histórias aos quadradinhos, algumas delas publicadas em revistas portuguesas e brasileiras. No Mundo de Aventuras (1ª série) chegou a ser crismado com o burlesco apelido de Gil do Oeste.

Autry (cuja carreira teve início na rádio) apro- veitou a sua experiência e a sua fama como ídolo das plateias de todo o mundo para redigir os “Dez Mandamentos do Cowboy“, uma espécie de código de conduta para os cowboys modernos, os da vida real e também os do cinema.

Aqui têm, a título de curiosidade, esses dez mandamentos, respigados das páginas do Jornal do Incrível, publicação de grande sucesso comercial, dirigida e editada, nos anos 80, por Roussado Pinto — autor com fortes ligações ao western desde o tempo em que era chefe de redacção do Mundo de Aventuras e de outras revistas juvenis, onde usou o pseudónimo de Edgar Caygill nas suas histórias, muitas delas de cowboys.

Gene Autry - código de conduta 638

CINCO REVISTAS DE TEX À VENDA EM JULHO

Tex-521Relação das revistas da Mythos Editora distribuídas em Portugal pela VASP – Distribuidora de Publicações Lda, durante o mês de Julho de 2016

TEX 521
Mestiço
Texto: Pasquale Ruju – Desenhos: Alfonso Font

História originalmente publicada em Tex italiano #621

Tex e Carson eliminam o bando de Edward Santos, um traficante de armas que faz negócios com os Apaches. Santos, que se salvou por acaso, é socorrido por Makua, um jovem mestiço expulso da sua tribo, conhecido pela alcunha de Pequeno Rifle por causa do revólver que o seu pai mexicano lhe deixou. Em troca da ajuda, Santos ensina-o a usar o revólver com velocidade e precisão. Enquanto isso, depois de prolongados incidentes, Tex e Carson aniquilam a horda de bandidos do mescalero Domingo. Fugindo mais uma vez, o feroz bandido encontra o jovem Makua e intenta matá-lo, mas Tex chega a tempo de salvar o garoto. Agora Pequeno Rifle deve a vida ao Ranger.    P: 3,60€

Tex-Coleção-314TEX COLEÇÃO 314
A Flecha Partida

Texto: G. Nolitta – Desenhos: Erio Nicolò

História originalmente publicada em Tex italiano #261

Uma pequena expedição guiada por Tex parte de Forte Washakie, no Wyoming, rumo às Blue Hills, que cerca de um ano antes foram palco de uma trágica batalha entre os Sioux e um destacamento do Exército, que tinha a tarefa de transportar os pagamentos para as guarnições do norte. O objectivo da missão é recuperar o corpo do capitão Larrimer, vítima fatal do combate. Após obter dos índios autorização para penetrar naquele território, considerado sagrado, o grupo prepara-se para a sua triste missão, mas muitas surpresas aguardam Tex.    P: 3,40€

Tex-Coleção-315TEX COLEÇÃO 315
As Colinas do Pavor

Texto: G. Nolitta – Desenhos: Erio Nicolò

História originalmente publicada em Tex italiano #262

O resgate do corpo do capitão Larrimer, vítima fatal do combate entre os índios Sioux e o exército, ocorrido um ano antes, torna-se, subitamente, uma questão de vida ou de morte para Tex, Steve e Donald Larrimer. Isso porque eles desco- brem que o sargento Rampling, único sobrevivente da batalha, e seus outros companheiros de expedição, têm um objectivo bem diferente do previsto. Na verdade, o que eles desejam é recuperar o dinheiro que os soldados transportavam, na época, e que Rampling conseguiu esconder.    P: 3,40€

Tex-Gigante-30TEX GIGANTE 30
Tempestade em Galveston

Texto: Pasquale Ruju – Desenhos: Massimo Rotundo

História originalmente publicada em Speciale Tex #30

O coronel Woodlord dirige de forma brutal as suas plantações, como nos tempos da escravidão, matando e torturando negros. No rasto de uma quadrilha de assaltantes, Tex e Carson acabam envolvidos numa intriga para encontrar um tesouro: a herança de um famigerado pistoleiro e jogador de cartas, cuja herdeira é a bela Eleanor Hood, dona do principal “saloon” de Galveston. Uma caçada impiedosa levará os dois parceiros a acertar as contas com o feroz coronel, enquanto sobre Galveston se abate a maior tempestade do século!    P: 11,00€

Tex-em-cores-29TEX EM CORES 29
O Vale dos Dinossauros
Texto: G. L. Bonelli – Desenhos: Aurelio Galleppini

Para muitos leitores esta é a mais espectacular e emocionante de todas as aventuras de Tex. Ao terem conhecimento de que vários jovens Navajos desapareceram após serem convocados por uma bruxa chamada Mah-shai, Tex, Jack Tigre e Kit Willer vão à procura da misteriosa mulher e descobrem que ela ordenava aos jovens que descessem a um profundo vale para colherem “as flores da magia que crescem nas terras do abismo, as terras que não têm regresso!”. Descendo ao vale, os três justiceiros apercebem-se de que estão aprisionados num mundo selvagem e perdido no tempo, cheio de dinossauros e de outras criaturas monstruosas.    P: 18,00€