A REVISTA Nº 4 DO CLUBE TEX PORTUGAL JÁ COMEÇOU A CHEGAR AOS SEUS SÓCIOS

(Texto e imagens extraídos, com a devida vénia, do Tex Willer Blog)

Jorge-Magalhães-e-Catherine-Labey-a-lerem-atentamente-a-revista-nº-4-do-Clube-Tex-PortugalA revista nº 4 do Clube Tex Portugal acaba de ser entregue pela gráfica aos responsáveis do Clube, que já durante este fim de semana começaram a entregá-la pessoalmente aos sócios (com as quotas do mês de Junho de 2016 pagas), entrega essa que prosseguirá nos próximos dias, inclusive enviando pelo correio as tão ansiadas revistas (mais uma vez temos duas versões de capa) aos sócios espalhados por todo o país, mas também aos inúmeros sócios não residentes em Portugal.

Trata-se do mais recente número desta revista, devidamente autorizada pela Sergio Bonelli Editore e que é feita exclusivamente para sócios do Clube, já que a revista, uma vez mais, será somente distribuída aos sócios (embora cada sócio para além do seu exemplar gratuito possa comprar os exemplares que desejar), e cujas duas magníficas capas (inéditas) foram realizadas pelo ilustre Enrique Breccia, conceituado desenhador, pintor, ilustrador e um dos maiores autores latino-americanos de sempre.

António-Lança-Guerreiro-e-as-duas-versões-da-revista-nº-4-do-Clube-Tex-PortugalNeste quarto número (em que, pela primeira vez, é ultrapassada a meia centena de páginas, um novo recorde que mostra bem o crescimento da revista), para além da preciosa colaboração de Enrique Breccia nas capas, o grande destaque prende-se com a publicação (a cores) da históriaA Presa escrita por Mauro Boselli e desenhada (magistralmente) por Fabio Civitelli, porque a revista do Clube Tex Portugal tem a honra de publicar pela primeira vez uma história oficial de Tex, para mais inédita em alguns países, nomeadamente no Brasil, e que em Portugal também nunca tinha sido publicada a cores. Destaque ainda para as colaborações EXCLUSIVAS dos consagrados desenhadores italianos Dante Spada, Bruno Brindisi e Alessandro Nespolino.

Carlos-Gonçalves-e-a-alegria-contagiante-por-já-estar-na-posse-da-revista-nº-4-do-Clube-Tex-PortugalPara além dessas fantásticas cola- borações, neste número regressam Italo Marucci e os textos do director Mário João Marques (com um extenso dossier sobre o Tigre Negro), de José Carlos Francisco (que nos fala das estatuetas do mundo de Tex), do Rui Cunha (que escreve sobre a participação de Tex na Guerra da Secessão), do Carlos Gonçalves (com um texto sobre os cowboys de antigamente),  do Jesus Nabor (com histórias de fantasmas), do Paulo Guanaes (que aborda os índios na saga de Tex), do Júlio Schneider (que escreve sobre o “wampum” de Águia da Noite), do Moreno Burattini (que aborda as obras texianas de sua autoria); e temos ainda uma reporta- gem sobre a 3ª Mostra do Clube Tex Portugal escrita por Mário João Marques José Carlos Francisco.

Mas voltando ao início deste artigo: aproveitando a realização, num restaurante da Amadora, do tradicional almoço de aniversário (o 40º) do Clube Português de Banda Desenhada, “evento” esse que contou também com a presença de alguns sócios do Clube Tex Portugal, o nosso director Mário João Marques, também sócio do CPBD, entregou pessoalmente a revista nº 4 (como se pode ver nalgumas das fotos que ilustram este texto), a qual obteve os mais rasgados elogios, sobretudo dos presentes que ainda não a conheciam, levando, por esse motivo, alguns sócios do CPBD a mostrarem-se interessados em se associarem também ao novel Clube Tex Portugal.

Por fim, pede-se aos sócios do Clube que, conforme forem recebendo os seus exemplares, nos enviem fotografias e comentários alusivos à revista nº 4, para os irmos publicando e divulgando aqui no blogue português do Tex, a fim de termos uma ideia mais fidedigna da forma como a revista está a ser vista por todos os nossos caros consócios, de modo a podermos melhorá-la ainda mais no futuro!

Quem ainda não é sócio e queira fazer parte do Clube Tex Portugal (cujos estatutos podem ser vistos aqui), pode inscrever-se escrevendo via e-mail para José Carlos Francisco, sendo necessário pagar uma jóia de inscrição de 5,00 € e uma quota mensal de 2,00 € (2,50 € se não for residente em Portugal). Desse modo, já poderá começar a deliciar-se com esta belíssima edição texiana que é cada vez mais cobiçada por fãs de Tex de todo o mundo, como prova o cada vez maior aumento do número de sócios (portugueses mas também estrangeiros) do neófito (mas já consagrado) clube português dedicado a uma das mais carismáticas personagens da banda desenhada mundial: TEX!

(Para aproveitar a extensão completa  das imagens acima, clique nas mesmas)

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A LENDA DE CUSTER – 4

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No 140º aniversário da batalha de Little Big Horn, em que o 7º de Cavalaria, o mítico regimento comandado pelo general de brigada George Armstrong Custer, sofreu a sua maior derrota, evocamos uma vez mais esse histórico acontecimento, cujo trágico desfecho — que muitos especialistas em estratégia militar atribuem à imprudente audácia e à incúria de Custer, por este ter dividido as suas forças — mudou definitivamente o curso das guerras índias, com o aumento da repressão contra as tribos sublevadas.

crazy-horseApesar da sua estrondosa vitória em Little Big Horn, frente a um exército melhor armado e organizado, embora inferior em número, os Sioux e os Cheyennes tiveram de render-se ou abandonar as regiões onde viviam, invadidas por hordas de soldados, colonos e pesquisadores de ouro, procurando asilo e protecção mais a norte, em terras do Canadá. Sitting Bull e Crazy Horse, os seus maiores chefes de guerra, foram, aliás, vítimas desse impiedoso conflito.

A história que a seguir apresentamos, reproduzida do Mundo de Aventuras nº 481, de 30/12/1982, tem desenhos de Jean Torton e argumento de Yves Duval, e foi originalmente publicada no Tintin belga em 1962. Com este trabalho, Torton, desenhador de traço apurado e meticuloso que se especializou em temas históricos sobre as civilizações pré-colombianas, estreou-se no prestigioso semanário juvenil, por recomendação de Hergé, que lhe abriu também as portas do seu estúdio.

Registe-se que este breve relato da epopeia de Little Big Horn River foi igualmente publicado na revista Zorro nº 147, de 31/7/1965, e que Reno, que sobreviveu ao combate, com a maior parte dos seus homens, era major e não general de brigada como Custer. Um pequeno “lapso” do argumentista… que aqui fica devidamente assinalado.
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(Nota: para ampliar as páginas ao máximo, clicar duas vezes sobre as imagens)

PRIMEIRA EXPOSIÇÃO DO CLUBE PORTUGUÊS DE BANDA DESENHADA NA BEDETECA DA AMADORA

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Em Outubro de 1982, terminava a revista Tintin portuguesa, que desde 1968 marcou gerações de leitores. No momento em que a banda desenhada em Portugal fez a transição dos jornais e revistas para os álbuns, destacaram-se as obras da autoria de Augusto Trigo e Jorge Magalhães [algumas delas dedicadas ao western].

“A Moura Cassima”, terceiro título da colecção Lendas de Portugal em Banda Desenhada, foi o primeiro álbum distinguido na Amadora com o prémio para o melhor álbum português de banda desenhada, em 1992. Dez anos antes, o Clube Português de Banda Desenhada distinguia os dois autores com o Troféu O Mosquito, reconhecendo Jorge Magalhães como Melhor Argumentista do Ano de 1981 e Augusto Trigo como Revelação do Ano de 1981.

35 anos depois desse 1981 que revelava Trigo, num ano em que Magalhães completa 40 anos de actividade como argumentista, justifica-se uma exposição da histórica dupla, na cidade que ainda distinguiria os dois autores com o mais prestigiado prémio da BD portuguesa, o Troféu Honra (Jorge Magalhães em 1999, e Augusto Trigo em 2000).

A exposição, presente na Bedeteca da Amadora a partir de 23 de Junho, parte dos muitos originais que Augusto Trigo doou ao Município da Amadora e que estão no edifício da Biblioteca Municipal, onde funciona a Bedeteca.

Para além da apreciação da notável técnica individual que distingue cada um dos dois autores, a mostra permitirá abordar a temática do trabalho em colaboração entre argumentista e desenhador, e observar a forma de abordagem a diferentes géneros que se afirmaram na banda desenhada.

Trata-se da primeira colaboração do Clube Português de Banda Desenhada com a Bedeteca da Amadora, permitindo ao município associar-se à celebração do 40.º aniversário do Clube, e permitindo ao Clube concretizar uma apresentação com outras possibilidades ao nível do requinte de forma, susceptíveis até de atrair a malta jovem, como diria o Machado-Dias.

Sobretudo, permite-se à banda desenhada portuguesa reconhecer e homenagear o trabalho em colaboração de dois autores fundamentais na sua história recente.

CLUBE PORTUGUÊS DE BANDA DESENHADA

Os principais álbuns de Trigo & Magalhães:capas-c3a1lbuns-trigo-magalhc3a3es

Excalibur, a Espada Mágica
– O Anel Mágico (Meribérica)
Lendas de Portugal em Banda Desenhada
– A Lenda do rei Rodrigo / A Moura Encantada (Asa)
– A Lenda de Gaia / A Dama Pé-de-Cabra (Asa)
– A Moura Cassima (Asa)
Luz do Oriente (Futura)
Ranger
– A Vingança do Elefante (Meribérica)
Wakantanka
– O Bisonte Negro (Edinter)
– O Povo Serpente (Meribérica)

VÍTOR PÉON E O “WESTERN” (DE DENVER BILL A “TOMAHAWK” TOM) – 3

Prosseguimos neste blogue a apresentação de um trabalho realizado, há alguns anos, em homenagem a Vítor Péon, o maior criador de westerns da BD portuguesa, trabalho esse que teve o alto patrocínio da Câmara Municipal de Moura e foi editado no âmbito do 17º Salão de BD organizado por esta autarquia, sob a direcção de Carlos Rico.

Reproduzem-se seguidamente as páginas 21-30 desse fanzine, inserido, como lembrou Carlos Rico, na colecção J. M. (um privilégio raro e que muito me honra!).

Nota: Para os que gostam de folhear os livros em papel ainda existe a possibilidade de adquirirem alguns exemplares, bastando para isso contactar a Câmara Municipal de Moura. Também o podem fazer através de Carlos Rico, pelo e-mail:  carlos.rico@cm-moura.pt

Os outros números da colecção são os seguintes:

1 – “Banda Desenhada e Ficção Científica – As Madrugadas do Futuro”
2 – “O Western na BD Portuguesa”
4 – “Franco Caprioli – No Centenário do Desenhador Poeta” (de que também há uma versão em e-book, com muito mais páginas).

Vítor Péon e o western pag 21

Vítor Péon e o western pag 22

Vítor Péon e o western pag 23

Vítor Péon e o western pag 24

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Vítor Péon e o western pag 29

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COMO DECORREU 0 COLÓQUIO TEXIANO NO CLUBE PORTUGUÊS DE BANDA DESENHADA

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No âmbito do plano aprovado para o período 2015/2016, o Clube Português de Banda Desenhada (CPBD) — prestes a festejar 40 anos de existência, pois foi criado em 28 de Junho de 1976 — levou a efeito na sua sede social localizada na Avenida do Brasil, 52-A, Reboleira (Amadora), no passado sábado, 11 de Junho, um Colóquio Texiano (que inclusive contou com a presença de CINCO dos fundadores do Clube Tex Portugal) subordinado ao tema: COMO CONHECEMOS A PERSONAGEM “TEX”, colóquio esse que teve a participação de Carlos Moreira, José Carlos Francisco e Mário João Marques (elementos da direcção do Clube Tex Portugal), como oradores, e um numeroso (e empenhado) público assistente que, inclusive, fez com que as cadeiras disponíveis se esgotassem.

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José-Carlos-Francisco-no-uso-da-palavra

O colóquio teve a moderação de Pedro Mota, ilustre Presidente do CPBD, e arrancou com cada um dos três oradores a contarem precisamente a forma como conheceram a personagem Tex, desenvolvendo-se depois vários outros temas relacionados com Tex em Portugal, como, por exemplo, o sucesso de Tex em variados eventos realizados no nosso país, ao longo dos anos, pelos mais variados Festivais e Salões de Banda Desenhada, fenómeno que levou à criação do Clube Tex Portugal, assim como anteriormente ao nascimento do Blogue Português do Tex. Mas também se falou dos já crónicos problemas de distribuição das edições da Mythos Editora e do imenso carinho e amor que os fãs e coleccionadores de Tex nutrem pelo Ranger — que lhes permitem ultrapassar todo o tipo de obstáculos, para que a colecção de cada um continue sempre a crescer —, assim como se discutiu, entre outras coisas, o futuro de Tex.

Mas nesta conferência também se pôde sair um pouco da esfera de Tex, abordando outras facetas da Nona Arte, sobretudo devido à intervenção animada e interessada do público, com especial destaque para as participações de um dos maiores especialistas de banda desenhada em Portugal, o Jorge Magalhães, que foi um grande editor de BD, assim como continua a ser um dos mais reconhecidos argumentistas portugueses, e o José Eduardo Monteiro, que mantiveram a bitola sempre alta. Este último pôde inclusive falar da sua experiência como professor, expressando o contacto que costuma ter com os seus alunos a propósito da Banda Desenhada.

Pedro-Mota-arrancando-com-a-conferência

Conferência-Texiana-a-decorrer

Entre o numeroso público, para além de alguns fãs e coleccionadores de Tex (e não só), destacou-se também a presença de alguns ilustres sócios do CPBD que acompanham o Clube Português da Banda Desenhada desde a primeira hora, como por exemplo o já citado Jorge Magalhães, o Carlos Gonçalves e o Geraldes Lino (estes dois últimos, inclusive, continuam abnegadamente a exercer funções directivas), havendo também algum público anónimo, que não deixou de abrilhantar este convívio, como refere expressamente um dos principais organizadores, o Carlos Gonçalves: Embora estivesse à espera de um ligeiro fracasso, em virtude das pontes, afinal foi um sucesso. Não só as cadeiras se esgotaram, como o pessoal ficou empenhado na discussão e no conhecimento do Tex, personagem já bem conhecida da maior parte dos coleccionadores.

Pedro-Mota-moderando-a-conferência-texiana

Os-oradores-e-o-público

Outra prova do sucesso deste Colóquio Texiano, para além da duração do mesmo, já que estando previsto para durar 60 minutos acabou por se prolongar por quase 120, é o testemunho da prestigiada desenhadora Catherine Labey: Foi com muito prazer que assistimos ao Colóquio Texiano, que de todos aqueles em que participámos até agora, na nova sede do CPBD, foi o mais animado… e divertido! Ainda ouço as gargalhadas provocadas pelos vossos comentários! :-D
A assistência foi também a mais numerosa que tivemos a oportunidade de ver naquela sala. A sua vivência como maior coleccionador de TEX, desde a sua juventude, é muito interessante e proporcionou-nos informações detalhadas sobre o universo bonelliano. Eu que não sou propriamente uma texiana, gostei muito e o Jorge deixou-se levar pelas suas recordações profissionais, o que alargou os horizontes da conversa, e o José Eduardo, com mais outros, manteve o nível alto da animação! Foi, de facto, uma satisfação enorme podermos estar, desta vez, com vocês os três juntos, e ouvi-los dissertar sobre um tema que contagiou, estamos certos, toda a assistência”.

Intervenção-de-Jorge-Magalhães

A-boa-disposição-imperou-na-conferência-texiana

Para finalizar, deixamos-vos com várias fotografias deste memorável evento, que esperamos vos permitam poder desfrutar também dos belos momentos vividos na tarde do passado sábado, na Amadora, mais precisamente na sede do Clube Português de Banda Desenhada, com Tex Willer como pano de fundo.

Pedro-Mota-no-uso-da-palavra

Os-oradores-e-a-assistência

Conversas-à-volta-da-conferência

Conversas-tendo-Tex-como-pano-de-fundo

Três-grandes-pards-José-Carlos-Francisco-Mário-João-Marques-e-Carlos-Moreira

(Nota: este post foi extraído, com a devida vénia, do Tex Willer Blog – O Blogue Português do Tex, onde outras reportagens e notícias sobre eventos texianos podem ser apreciadas).

RUBRICA DO OESTE – 4

O INVENTO DE SAMUEL COLT

Como tínhamos prometido voltar ao tema das armas do Oeste, apresentamos hoje uma curta história dedicada a Samuel Colt, um dos pioneiros da indústria norte-americana que mais contribuíram, com o seu génio inventivo e a força inquebrantável do seu ânimo, para a criação de novas armas de fogo, de modelo revolucionário, graças às quais se abriu um novo capítulo na história dos Estados Unidos e, em particular, no desbravamento das terras virgens do Oeste selvagem.

Como curiosidade, registe-se que esta história — reproduzida de um magnífico álbum da desaparecida editora brasileira Ebal, dedicado ao carismático Lone Ranger, que no Brasil ficou conhecido como Zorro — ostenta o traço de Alex Toth, um dos mais célebres desenhadores americanos do século passado.

Samuel Colt

11 DE JUNHO: COLÓQUIO TEXIANO NO CLUBE PORTUGUÊS DE BANDA DESENHADA

COMO CONHECEMOS A PERSONAGEM TEX

No âmbito do plano aprovado para o período 2015/2016, o Clube Português de Banda Desenhada (CPBD) — prestes a festejar 40 anos de existência, pois foi criado em 28 de Junho de 1976 — convida os seus sócios e todos os fãs e coleccionadores da famosa personagem Tex, assim como todos os amantes da Nona Arte em geral, a estarem presentes pelas 16 horas do próximo dia 11 de Junho, sábado, na sua sede social localizada na Avenida do Brasil, 52-A, Reboleira (Amadora), para assistir a um colóquio subordinado ao tema: COMO CONHECEMOS A PERSONAGEM “TEX”.

Serão oradores Carlos Moreira, José Carlos Francisco e Mário Marques, dirigentes do Clube Tex Portugal, que (como o próprio tema indica) irão falar sobre a forma como cada um conheceu TEX WILLER, a mítica personagem italiana criada há quase sete décadas por Gian Luigi Bonelli (textos) e Aurelio Galleppini (desenhos), e como Tex foi e continua a ser importante na vida de cada um destes três grandes fãs e coleccionadores texianos, que presidem ao Clube criado em 2013 — o único Clube português dedicado a um herói de BD, e que também se orgulha de ser o primeiro Clube dedicado a Tex, a nível mundial, reconhecido oficialmente pela Sergio Bonelli Editore.

Associando-se a esta iniciativa do Clube Português de Banda Desenhada (CPBD), também o Clube Tex Portugal convoca todos os seus sócios, assim como os fãs e coleccionadores de Tex residentes na região (e não só), a comparecerem a este colóquio, que será seguramente mais um excelente convívio bedéfilo, onde haverá o ensejo de muitos texianos se reverem, assim como de conhecerem pessoalmente muitos outros que ainda não tiveram a oportunidade (e a felicidade) de encontrar.

Antecipando o Colóquio TEXiano teremos também no mesmo local, pelas 15 horas, a apresentação da obra “Os Vampiros”, da autoria de Juan Cavia (arte) e Filipe Melo (argumento), com a presença destes dois consagrados autores.

Mapa-Clube-Português-de-Banda-Desenhada

(Post reproduzido, com a devida vénia, do Tex Willer Blog. Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas).